“Não há gestão”, critica Leonardo Rizzo sobre administração de Rogério Cruz em Goiânia
Empresário é o entrevistado desta semana do '6 perguntas para'
Pré-candidato do Novo à Prefeitura de Goiânia, Leonardo Rizzo diz que o que o difere dos demais concorrentes é não ser um “político de carreira”.
A característica faz com que o empresário anseie por uma candidatura própria para honrar o próprio nome e também do partido.
Ao ‘6 perguntas para‘ desta semana, o ex-presidente do Vila Nova diz que possui um trabalho prestado ao município de Goiânia, mesmo sem nunca ter ocupado um cargo público.
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“Rizzo está por toda Goiânia, por toda Vila, seja Nova ou não, onde você olhar, existe parte da minha história”, vangloriou-se.
O tom do empresário sobe ao comentar sobre a administração do prefeito Rogério Cruz (SD). Ele diz que “não há gestão” na cidade e quem comanda são “pouquíssimos vereadores que estão na Câmara”.
Ao classificar os problemas da capital, Rizzo diz que o município como um todo está ruim, mas que o “descaso com a educação” e o “caos no lixo” são aqueles que mais o incomodam.
6 perguntas para Leonardo Rizzo
1. Você, em 2022, concorreu ao Senado em sua primeira disputa. Agora você retorna pré-candidato à Prefeitura de Goiânia. O que pode ser aplicado agora que foi aprendido em 2022?
Poxa, muita coisa, aprendendo a fazer política. A gente não sabia fazer política, a gente entrou só com a vontade, com a coragem, com a indignação. E hoje não, hoje a gente está mais consciente, dois anos se passaram, dois anos e meio. A gente hoje está presente em 40 cidades do interior, com 32 diretórios e 14 candidatos a pré-prefeito em todo o Estado. Então acho que mudou muito.
2. Pesquisas indicam que o eleitor goianiense deseja um prefeito com perfil de gestor. Acredita que, entre os pré-candidatos, você é o que mais possui essas qualidades?
Essencialmente, pela minha conexão com Goiânia e trabalho já prestado em prol desse município, sem nunca ter ocupado um cargo público para realizar mudanças. Agora, cheguei em um momento de indignação total e saí da inércia de ser um cidadão para poder servir aos cidadãos. Diferentemente dos outros, eu não sou político de carreira, e a escolha do Partido Novo já diz muito sobre o que me diferencia dos outros gestores. Rizzo está por toda Goiânia, por toda Vila, seja Nova ou não, onde você olhar, existe parte da minha história.
3. Acredita que o partido poderá compor com algum outro pré-candidato ou irá até o fim com a candidatura própria?
Quero uma candidatura própria, com uma proposta e um plano de governo estudado e feito para honrar os nomes Rizzo e Novo.
4. O que falta para o Novo deslanchar em Goiás?
Precisamos da adesão daqueles que ainda não se posicionaram. A força da indignação precisa falar mais alto que a inércia. Não há como não se posicionar vendo o desserviço atual com a educação, mobilidade e serviços básicos que deveriam ser excelentes. Todos sentem na pele e essa força precisa ser direcionada para a mudança.
5. Qual a sua avaliação da gestão Rogério Cruz?
Não há gestão. A gestão que lhe era devida foi delegada a outros e nunca realizada de fato. Nós temos atualmente a gestão de pouquíssimos vereadores que estão na Câmara, e as secretarias não se comunicam entre si. O governo tem que ser uma coisa unida, não se organiza com duas vozes, dois comandos.
6. Atualmente qual o principal problema de Goiânia?
Impossível dizer o que está mais ruim quando tudo pede socorro e urgência. Porém, as duas coisas que mais me indignam são o descaso com a educação de 0 a 10 anos, que é a base para o nosso futuro imediato, e o caos do lixo, deixando a cidade em um estado sanitário que pede ação e urgência.
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