O que acontece se você reutilizar o óleo de cozinha muitas vezes, segundo chefs
Profissionais explicam por que o reuso constante do óleo em casa pode afetar sua saúde

Reaproveitar o óleo de cozinha em casa para o preparo de receitas é um hábito comum nos lares brasileiros.
Segundo os chefs experientes, o que não te contam é que ele passa por transformações químicas com o tempo e o calor. Tudo devido ao reaproveitamento excessivo.
E essas alterações no óleo comprometem o sabor dos alimentos e a segurança do preparo na cozinha.
- Toalhas de banho cheirosas e macias: como colocá-las na máquina de lavar e evitar o erro comum que tira a maciez da peça
- Não é a TV, nem o ar-condicionado: o aparelho que faz sua conta de energia subir no fim do mês
- Confira o resultado da Dupla Sena 2979 desta segunda-feira (06); prêmio é de R$ 150 mil
O que acontece se você reutilizar o óleo de cozinha muitas vezes, segundo chefs
Os médicos explicam que o consumo frequente de frituras com óleo em estado mais degradado está ligado ao surgimento de doenças crônicas. No reaquecimento para a fritura, o óleo libera compostos tóxicos como a acroleína, uma substância que irrita o trato respiratório e pode ser cancerígena em longos períodos de exposição.
A aparência do óleo pode indicar o grau de degradação. Cor escura, odor forte e resíduos visíveis são sinais claros de que ele não deve mais ser utilizado. Mesmo filtrado, o óleo perde suas propriedades originais após certo número de uso.
O tempo e a temperatura de fritura são fatores decisivos na deterioração do óleo. Quando aquecido repetidamente a mais de 180 °C, ele entra em processo de oxidação.
Isso não apenas altera a textura dos alimentos, mas também aumenta a presença de radicais livres. A Vigilância Sanitária recomenda limitar o uso a duas ou três frituras, no máximo. Para garantir sabor e segurança, a troca frequente do óleo é a alternativa mais saudável.
Siga o Portal 6 no Instagram: @portal6noticias e fique por dentro de todas as notícias e curiosidades!







