Ex-aluno do Senai começou consertando chuveiros elétricos e hoje comanda uma indústria com 3.600 empregados, mirando R$ 1 bilhão de faturamento em 2026
Ideia nasceu de um problema comum do dia a dia e acabou se transformando em uma trajetória industrial fora dos grandes centros

Uma ideia simples, surgida diante de um problema comum em uma pensão, acabou se transformando em uma história de empreendedorismo industrial.
O que começou com o conserto de chuveiros elétricos abriu caminho para a criação de uma empresa catarinense que hoje emprega milhares de pessoas.
O protagonista dessa trajetória é Roberto Zagonel, ex-aluno do Senai em Santa Catarina.
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Ainda jovem, ele aceitou o desafio de melhorar o funcionamento de um chuveiro elétrico e percebeu ali uma oportunidade de negócio.
A partir dos primeiros consertos, a atuação foi crescendo.
Em 1989, Zagonel iniciou a empresa que levaria seu sobrenome e passaria a atuar no setor de duchas, torneiras elétricas e outros equipamentos.
O salto veio nos anos seguintes, quando a marca deixou de apenas reparar produtos e passou a fabricar soluções próprias.
Em 1994, a empresa lançou uma ducha eletrônica, ampliando espaço no mercado.
Com sede em Pinhalzinho, no Oeste catarinense, a indústria se consolidou fora dos grandes centros e passou a disputar espaço nacionalmente. Atualmente, reúne cerca de 3.600 empregados.
Nos últimos anos, a companhia também avançou com aquisições de marcas tradicionais do setor, como Corona e Thermosystem.
A estratégia reforçou a presença da empresa no mercado de produtos elétricos para banho e aquecimento.
Agora, a meta é ainda mais ousada: alcançar R$ 1 bilhão de faturamento em 2026.
Para isso, a companhia aposta em expansão, novos investimentos e aumento da capacidade produtiva.
A trajetória chama atenção justamente pelo contraste entre o ponto de partida e o tamanho alcançado.
Um problema doméstico, ligado ao chuveiro de uma pensão, acabou servindo como impulso para uma indústria com milhares de trabalhadores.
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