Prefeitura anuncia construção de oito novas UPAs em Goiânia; primeira começa ainda em 2026
Unidade da Região Campinas será erguida no Cidade Jardim e deve ter obras iniciadas no segundo semestre com investimento de R$ 26,5 milhões

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), anunciou um plano para ampliar a rede municipal de urgência e emergência com a construção de oito novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na capital.
A primeira delas será a UPA da Região Campinas, que deve ter as obras iniciadas ainda neste ano.
A unidade será construída no Setor Cidade Jardim. O edital de licitação já foi publicado e está na fase de recebimento de propostas das empresas interessadas. A previsão é que a obra seja concluída em 14 meses.
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Segundo Mabel, a expansão faz parte de um projeto mais amplo para descentralizar os atendimentos de saúde em Goiânia.
“Além de aumentar as unidades de pronto-socorro, com oito UPAs, vamos também fazer de 20 a 30 UBSs, porque a população precisa ter acesso facilitado aos atendimentos de saúde da família”, afirmou.
A UPA da Região Campinas receberá investimento de aproximadamente R$ 18 milhões para construção e R$ 8,5 milhões para aquisição de equipamentos.
Parte dos recursos virá de uma emenda parlamentar do senador Vanderlan Cardoso (PSD), enquanto o restante será custeado pela Prefeitura de Goiânia e pelo Ministério da Saúde.
A nova unidade substituirá o antigo Cais Campinas e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o terreno no Cidade Jardim foi escolhido por oferecer melhor acessibilidade e espaço adequado para a construção.
Além dela, de acordo com a Prefeitura, as oito novas UPAs devem ampliar em mais de 100 mil o número de atendimentos mensais de urgência e emergência na capital.
Atualmente, a rede municipal conta com 12 unidades, responsáveis por cerca de 120 mil atendimentos por mês.
O município informou ainda que outras duas UPAs terão as obras anunciadas ainda nesta semana.
As novas unidades serão do porte III, com capacidade para realizar até 450 atendimentos por dia.
Além disso, elas irão contar com consultórios médicos e odontológicos, laboratório, farmácia, exames de imagem, leitos de observação, sala vermelha e espaços destinados ao atendimento de mulheres vítimas de violência.
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