A moeda de 50 centavos que quem guarda na carteira pode ter direito a R$ 200, segundo especialistas

Pequeno detalhe de fabricação transforma uma peça aparentemente comum em item procurado no mercado de colecionadores brasileiros

Leticia Teixeira Leticia Teixeira -
A moeda de 50 centavos que quem guarda na carteira pode ter direito a R$ 200, segundo especialistas
(Imagem: Ilustração/IA)

Moedas de 50 centavos costumam passar de mão em mão sem receber muita atenção. No entanto, antes de usar aquela peça esquecida na carteira para completar uma compra, pode valer a pena observar alguns detalhes.

Isso acontece porque determinados exemplares despertam interesse no mercado de moedas raras. O valor não depende apenas da idade da peça, já que falhas ocorridas durante a fabricação também entram na avaliação dos colecionadores.

Entre as moedas que merecem atenção está uma versão de 50 centavos produzida em 2002. Embora pareça comum à primeira vista, um desalinhamento entre as duas faces pode fazer alguns exemplares serem negociados por valores próximos de R$ 200.

Detalhe na moeda de 50 centavos faz diferença

A característica procurada recebe o nome de reverso horizontal. Nesse erro de cunhagem, uma das faces da moeda aparece inclinada quando comparada à posição correta da outra.

Para fazer uma verificação inicial, basta segurar a peça pela borda e posicionar uma das faces corretamente. Em seguida, é preciso girá-la verticalmente. Se o outro lado aparecer inclinado, o exemplar pode apresentar o defeito.

O mesmo tipo de característica já despertou interesse em outras moedas de 50 centavos. Ainda assim, somente uma avaliação especializada consegue confirmar a autenticidade e as condições da peça.

Valor de R$ 200 não é garantido

Ter uma moeda de 2002 com aparência diferente não significa receber automaticamente R$ 200. Há exemplares anunciados ou avaliados por quantias menores, enquanto peças com características específicas podem chegar à faixa mencionada.

Estado de conservação, intensidade do erro, autenticidade e procura entre colecionadores interferem diretamente no preço. Por isso, não é recomendado polir, raspar ou aplicar produtos químicos na moeda.

Quem identificar uma possível raridade pode fotografar frente, verso e borda e procurar um numismata ou comerciante especializado para avaliação. O mercado também reúne outras moedas brasileiras valorizadas.

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Leticia Teixeira

Leticia Teixeira

Estudante de Jornalismo e estagiária do Portal 6, é curiosa, apaixonada por comunicação e está sempre em busca de aprender, observar e contar boas histórias.

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