Gracinha Caiado vota em Goiânia e faz balanço da campanha ao Senado: “alegre e verdadeira”
Candidata falou sobre a trajetória pelo estado, comentou a disputa entre aliados e disse que aguardará as urnas antes de definir próximos passos

Gracinha Caiado (União Brasil), candidata ao Senado por Goiás, fez um balanço da campanha neste domingo (04) e destacou como principal marca da trajetória eleitoral o que classificou como uma atuação “alegre” e “verdadeira”.
Ao conversar com jornalistas antes de votar, ela também dedicou parte significativa da entrevista às críticas contra conteúdos que considera falsos e afirmou não adotar esse tipo de estratégia na disputa.
“Fiz uma campanha alegre, fiz uma campanha verdadeira. Fiz uma campanha sem fake news, sem mentira nenhuma. Trabalhei todos os dias, trabalhei nos municípios com muita alegria”, declarou.
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Segundo Gracinha, a passagem pelas cidades goianas durante o período eleitoral foi marcada pelo contato direto com os eleitores. Ela relacionou a experiência da campanha ao trabalho realizado anteriormente nos municípios e afirmou ter recebido demonstrações positivas durante as agendas.
“Na campanha eu chegava pelos municípios, as pessoas sempre felizes. É isso que vale a pena. Depois de um trabalho que prestei durante sete anos e três meses, trabalhei em todos os municípios do estado, levando entregas, resultados”, afirmou.
Campanha “verdadeira”
Ao ser questionada sobre qual teria sido a principal dificuldade encontrada ao longo da corrida eleitoral, Gracinha voltou ao tema das fake news. De acordo com a candidata, conteúdos que ela considera falsos ganharam força especialmente nos últimos momentos da campanha.
Durante a entrevista, Gracinha não detalhou quais publicações ou episódios específicos classificava como fake news nem apontou nominalmente os responsáveis. Ela, porém, afirmou que esse tipo de estratégia não faz parte da maneira como escolheu conduzir a própria candidatura.
“Cada um trabalha do jeito que sabe. Eu trabalho com a verdade, com alegria, com entrega, com resultado. Tem pessoas que trabalham com mentiras, com fake news. E a população vai dizer o que é que ela espera desses candidatos”, afirmou.
Disputa ao Senado
Outro tema abordado foi a existência de várias candidaturas ao Senado ligadas ao mesmo campo político. Gracinha reafirmou que, desde antes da campanha, considerava inadequada a pulverização de nomes em uma eleição majoritária.
“Eu não era a favor, porque o Senado é uma campanha majoritária. Não é uma campanha proporcional, como é de deputado estadual ou federal”, afirmou.
Ela lembrou que quatro candidatos ligados à base chegaram à disputa e ressaltou que, a partir da votação, a definição cabe exclusivamente ao eleitor.
“Na realidade, nós tivemos quatro candidatos da base aliada e onze na totalidade. Quem vai decidir isso é o eleitor. Eu não posso falar nada sobre isso a não ser respeitar a vontade popular”, declarou.
Questionada também sobre movimentos de voto útil registrados na reta final, Gracinha evitou avaliar se as articulações poderiam beneficiá-la ou prejudicá-la. A candidata preferiu novamente transferir a decisão para as urnas.
Resultado antes de qualquer definição
Gracinha também foi perguntada sobre eventuais planos para depois da eleição e se já pensava em uma equipe para a próxima etapa. Ela descartou qualquer anúncio antecipado e adotou postura de cautela.
“Primeiro eu tenho que esperar os resultados. Vamos ver o que a urna nos aguarda. Depois a gente comemora, cria equipe”, respondeu
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