4 árvores que dão frutas pouco conhecidas, mas deliciosas e podem deixar seu quintal mais valorizado
Espécies nativas podem trazer sombra, variedade de sabores e mais interesse paisagístico, mas escolha precisa considerar o espaço disponível

Quem pensa em plantar uma frutífera no quintal costuma lembrar primeiro de limão, manga ou jabuticaba. Existem, porém, espécies brasileiras menos conhecidas que podem transformar o espaço com flores, sombra e frutos diferentes dos encontrados com facilidade em supermercados.
Entre elas estão uvaia, cambuci, cambucá e grumixama, quatro árvores nativas que chamam atenção tanto pelo sabor quanto pelo potencial ornamental. A presença de vegetação bem cuidada pode tornar o quintal mais agradável e interessante visualmente, embora não exista garantia de valorização financeira do imóvel apenas pelo plantio.
1. Uvaia
A uvaia (Eugenia pyriformis) produz frutos amarelos de sabor ácido e aroma marcante. Eles podem ser consumidos frescos, mas também funcionam bem em sucos, geleias e outras preparações.
Antes de plantar, porém, é importante observar o porte. A árvore pode chegar a aproximadamente 15 metros, por isso precisa de espaço para crescer sem disputar área com telhados, muros e fiação.
2. Cambuci
O cambuci (Campomanesia phaea) tem um formato curioso, achatado e verde mesmo quando maduro. A polpa é bastante aromática e ácida, característica que faz a fruta aparecer com frequência em sucos, compotas, geleias e bebidas.
Como o nome lembra o cambucá, vale conferir a identificação científica da muda antes da compra para evitar confusão entre as espécies.
3. Cambucá
Já o cambucá (Plinia edulis) produz frutos amarelos de polpa doce e suculenta. A espécie é típica da Mata Atlântica e pode ser interessante para quem prefere sabores menos ácidos.
O principal ponto de atenção é o ritmo de crescimento. A árvore se desenvolve lentamente e, por isso, combina mais com projetos de quintal pensados para o longo prazo.
4. Grumixama
A grumixama (Eugenia brasiliensis) oferece frutos escuros, suculentos e adocicados, que podem ser consumidos frescos ou usados em doces, caldas e geleias.
Antes de escolher qualquer uma dessas espécies, o ideal é considerar clima, insolação, tamanho do quintal e porte da árvore adulta. Uma fruta pequena não significa necessariamente uma planta compacta, e esse planejamento evita problemas depois que a muda estiver desenvolvida.
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