Climatempo aponta ciclone extratropical nesta semana e revela quais regiões terão temporais
Sistema deve se organizar próximo ao litoral de Santa Catarina entre quarta e quinta-feira e empurrar uma frente fria pelo Centro-Sul do país

A primeira semana de novembro será marcada por uma mudança importante no tempo em boa parte do Brasil.
A Climatempo prevê a formação de um ciclone extratropical entre os dias 4 e 5 de novembro, associado a uma nova frente fria que deverá avançar do Sul para outras regiões.
O sistema deve se organizar próximo ao litoral de Santa Catarina, com intensidade entre moderada e forte. Antes mesmo de sua formação completa, áreas de baixa pressão já favorecem temporais, rajadas de vento, granizo e volumes elevados de chuva no Sul do país.
Sul entra primeiro em alerta
Nesta terça-feira (3) e na quarta-feira (4), a maior preocupação está concentrada em Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A Climatempo aponta risco de chuva intensa, descargas elétricas, vento forte e granizo.
Na quarta, pontos do oeste catarinense e do norte e oeste gaúcho podem acumular mais de 100 milímetros em apenas um dia. Áreas como Campanha, oeste e região central do Rio Grande do Sul aparecem entre as mais vulneráveis a temporais.
Frente fria avança pelo país
Na quinta-feira (5), a frente fria associada ao ciclone começa a avançar com mais força sobre Sudeste e Centro-Oeste. A previsão indica aumento expressivo das condições para chuva forte nessas duas regiões.
Já na sexta-feira (6), o risco cresce no Espírito Santo, norte de Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Bahia e Tocantins. Em Goiás, portanto, a segunda metade da semana exige maior atenção para pancadas intensas e temporais isolados.
Instabilidades chegam mais ao norte
No sábado (7), a frente fria deverá alcançar o litoral sul da Bahia e ajudar a espalhar áreas de instabilidade pelo interior do Nordeste e por parte do Norte.
A Climatempo destaca maior risco de temporais na Bahia, Tocantins, Pará e Amazonas, além de possibilidade de chuva no centro-sul do Maranhão e do Piauí.
Ao mesmo tempo, a entrada de ar frio deve reduzir as temperaturas no Sul, em parte do Sudeste e em Mato Grosso do Sul.
Apesar do nome, o ciclone não significa necessariamente que seu centro passará sobre todas essas regiões.
Grande parte dos temporais estará associada à frente fria e às áreas de instabilidade conectadas ao sistema.
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