Presos homens que fingiram ser policiais para executar jovem em Goiânia

Operação Engodo cumpre 12 medidas cautelares em Goiás e no Rio de Janeiro para investigar homicídio no Jardim Novo Mundo

Lara Duarte Lara Duarte -
Polícia Civil e Polícia Militar deflagraram a Operação Engodo para investigar homicídios e a atuação de uma organização criminosa em Goiânia e no Rio de Janeiro. (Foto: Divulgação/PCGO)
Polícia Civil e Polícia Militar deflagraram a Operação Engodo para investigar homicídios e a atuação de uma organização criminosa em Goiânia e no Rio de Janeiro. (Foto: Divulgação/PCGO)

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), em ação integrada com a Polícia Militar (PM), deflagrou a Operação Engodo nesta quarta-feira (19) para investigar homicídios ocorridos na Região Leste de Goiânia.

Ao todo, são cumpridas 12 medidas cautelares, sendo sete mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão em Goiânia e no Rio de Janeiro.

Um dos crimes investigados é a execução de um jovem de 27 anos, morto a tiros no dia 18 de junho, no Jardim Novo Mundo.

Segundo a investigação, os suspeitos teriam se passado por policiais para convencer a vítima a abrir o portão da própria residência.

Após conseguir acesso ao imóvel, um dos autores teria efetuado um disparo contra a cabeça do jovem.

A dinâmica do homicídio foi reconstruída pelos investigadores a partir de imagens de câmeras de segurança, depoimentos e outras diligências realizadas ao longo da apuração.

Conforme os elementos reunidos pela polícia, o crime pode estar relacionado a dívidas envolvendo drogas e à suspeita de que a vítima teria colaborado com forças policiais.

Investigação chega ao Rio de Janeiro

Entre os alvos da operação no Rio de Janeiro estão Marcos Vinícius Sabino Gonçalves, conhecido como “Fazendeiro”, e Wanderson Santana da Silva, o “Zóio”.

Segundo a investigação, suspeitos teriam se passado por policiais para fazer a vítima abrir o portão de casa antes de ser morta a tiros. (Imagem: Divulgação/PCGO)
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Segundo a investigação, suspeitos teriam se passado por policiais para fazer a vítima abrir o portão de casa antes de ser morta a tiros. (Imagem: Divulgação/PCGO)
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Segundo a investigação, os dois seriam integrantes de uma organização criminosa e teriam ligação com o contexto do homicídio.

As medidas foram cumpridas simultaneamente nos dois estados, em uma ação integrada entre as forças de segurança.

Durante o cumprimento dos mandados, duas pessoas também foram presas em flagrante por tráfico de drogas e uma grande quantidade de entorpecentes foi apreendida pelas equipes.

A investigação continua para esclarecer a participação de cada um dos alvos nos crimes e identificar outras possíveis pessoas envolvidas.

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Lara Duarte

Lara Duarte

Jornalista e pós-graduanda em Ciência Política, com atuação em jornal impresso, assessoria de comunicação e produção, reunindo experiência em diferentes frentes da comunicação.

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