Colocar uma garrafa PET na caixa acoplada do vaso sanitário: para que serve e por que é recomendado
Truque simples ocupa parte do reservatório e pode reduzir o volume usado a cada descarga, principalmente em modelos mais antigos

Colocar uma garrafa PET na caixa acoplada do vaso sanitário pode parecer um improviso sem função. Porém, o método é usado justamente para diminuir a quantidade de água armazenada no reservatório antes de cada descarga.
A lógica é simples. Quando uma garrafa cheia ocupa parte do espaço interno, a caixa precisa de menos água para atingir o nível determinado pela boia. Assim, uma quantidade menor pode ser liberada no acionamento.
O efeito, no entanto, depende do tamanho da garrafa, da capacidade da caixa e da regulagem do mecanismo. Por isso, o truque faz mais sentido principalmente em equipamentos antigos ou que utilizam um volume maior de água.
Garrafa PET reduz o volume dentro da caixa acoplada
Uma garrafa de 500 ml, por exemplo, ocupa aproximadamente meio litro do espaço que normalmente seria preenchido por água. Dessa forma, a economia potencial pode se aproximar desse mesmo volume a cada descarga, dependendo do sistema instalado.
Para fazer o procedimento, a orientação é encher uma garrafa de 500 ml a 1 litro com água e fechar bem a tampa. Em seguida, ela deve ser colocada em um canto do reservatório.
Entretanto, o recipiente não pode encostar na boia, válvula, corrente ou outras peças móveis. Depois da instalação, também é importante acionar algumas descargas para verificar se tudo continua funcionando normalmente.
Quem percebe pouca água descendo na descarga deve primeiro verificar a regulagem da boia e das peças internas antes de reduzir ainda mais o volume do reservatório.
Truque não é necessário em todos os vasos
Modelos modernos já podem ter mecanismos próprios para economizar água. As caixas com dois botões de descarga, por exemplo, permitem liberar volumes diferentes para resíduos líquidos e sólidos.
Além disso, reduzir demais a água pode comprometer a eficiência da descarga. Nesse caso, o usuário pode acabar precisando acionar o sistema novamente, eliminando a economia pretendida.
Por isso, antes de colocar a garrafa, vale conferir se a caixa está bem regulada e qual volume o fabricante recomenda. A Caesb também orienta manter o mecanismo ajustado e verificar possíveis vazamentos para reduzir o desperdício.
Assim, a garrafa PET pode funcionar como uma solução simples em determinados reservatórios antigos, desde que não interfira nas peças internas nem reduza a descarga abaixo do necessário.
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