Fundadora da Feira das Minas em Goiânia perde casa em incêndio e “corrente do bem” é formada para ajudar
Pauline Arroyo conta que vai precisar reconstruir muita coisa após ficar sem itens pessoais, básicos e também de trabalho

A fundadora da Feira das Minas – que marca Goiânia desde 2018 e acabou se tornando Movimento das Minas – se viu precisando recomeçar após perder a casa e quase todos os pertences pessoais em um incêndio na última sexta-feira (18).
Ainda não sabe o que iniciou as chamas, mas elas logo se espalharam e consumiram a residência de madeira localizada no Setor Jaó. Agora, uma “corrente do bem” se forma para ajudar Pauline Arroyo e o companheiro.
Pauline contou, em conversa com o jornalista Augusto Araújo, do Portal 6, que o mais essencial no momento é conseguir o básico. O fogo levou, além da casa, todos os móveis dentro dela, objetos pessoais e também ferramentas profissionais.
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“Não estamos conseguindo pensar em nada maior a não ser conseguir um lar, itens básicos e objetos de trabalho”. Poucas coisas sobraram: no dia, a única coisa que receberam dos bombeiros foi uma casinha de madeira.
Depois, Pauline conseguiu encontrar o passaporte, a certidão de nascimento e o diário de jornada espiritual. Da Feira das Minas, sobraram alguns panfletos e bingo.
Diante da situação, o casal abriu uma Vakinha com meta de R$ 88 mil. Pauline explica: “a meta de R$ 88 mil é para o nosso recomeço como um todo. A gente perdeu praticamente tudo no incêndio: móveis, eletrodomésticos, roupas, utensílios, objetos pessoais e também nossas ferramentas de trabalho”.
Por isso, o valor engloba buscar um novo espaço para morar, recompor o básico da casa e recuperar equipamentos profissionais, como computador, maca, caixa de som, colchonetes, tapetes de ioga e outros materiais que usavam nos atendimentos e atividades.
Além do Movimento das Minas, a goiana também administra o Despertar da Unificação Espiritual (DUE), que inclui workshops, imersões e retiros.
“Como perdemos ao mesmo tempo o lar e a estrutura que gerava nossa renda, a campanha busca nos dar condições mínimas para reconstruir essas duas partes da nossa vida”, conta.
A empreendedora diz que já conseguiu algumas doações. Na Vakinha, já foram arrecadados R$ 400 até a tarde desta quinta-feira (24). Enquanto isso, as meninas ligadas à Feira organizam uma rifa.
Até lá, Pauline e o companheiro estão na casa dos pais dela. Nas redes sociais, ela compartilhou que foi um impacto grande, mas que estão bem, “dentro do possível”.
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