Assassinato de veterinário em Anápolis causa comoção e revolta nas redes sociais

CRMV-GO emitiu nota destacando que confia nas autoridades para identificar e punir os criminosos. Câmara Municipal aprovou moção de pesar

Rafaella Soares -

Ainda é forte a comoção gerada pela morte do médico veterinário João Paulo Alarcão, vítima de latrocínio no último sábado (07).

Segundo a Polícia Militar, o profissional foi abordado por dois homens em uma motocicleta, próximo ao trevo da Havan. Os criminosos queriam levar a caminhonete, mas sem sucesso balearam o veterinário. Os pais de João, que estavam no veículo, nada sofreram. Mesmo ferido, o veterinário ainda tentou dirigir, mas acabou batendo no canteiro da Avenida JK, na altura da Construana.

Nas redes sociais foram várias as reações assim que a notícia do crime começou a ser divulgada. Houve quem lamentou a perda do veterinário evocando as qualidades dele como médico e pessoa.

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Já outros internautas externaram a indignação e revolta com a inseguridade no município.

Instituições representativas também externaram condolências. Durante a tarde desta segunda-feira (09), o presidente do  Conselho Regional de Medicina Veterinária de Goiás (CRMV-GO) Olízio Claudino da Silva emitiu nota de pesar  lamentando a “morte prematura do médico veterinário de forma tão violenta”.

O CRMV-GO confia nas autoridades de segurança pública e espera que o criminoso seja identificado e punido o mais rápido possível. Que Deus conforte os corações dos familiares e amigos do profissional, que era muito querido na cidade de Anápolis.

Mais cedo, uma moção de pesar foi aprovada na Câmara Municipal de Anápolis. Visivelmente triste, a vereadora Thais Souza (PSL) usou a tribuna para falar sobre o caso de João Paulo, que segundo ela, era um dos médicos que auxiliavam nos atendimentos da Associação Protetora e Amiga dos Animais (Aspaan) de Anápolis, da qual a parlamentar preside.

‘Era um grande amigo, um grande profissional, pessoa de bem e pai de família. Sempre que a gente precisava dele na Aspaan, não importava o horário, ele sempre nos atendia. Estou muito abalada’, disse.

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