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Saiba quais são as Organizações Sociais que querem assumir a gestão do HUANA

Disputa tem concorrentes até de São Paulo, mas três foram inabilitadas e precisam correr contra o tempo para retornar ao páreo

Rafaella Soares -
Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo. (Foto: Reprodução)

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Goiás já analisou as propostas das Organizações Sociais (OS) que têm interesse em gerir o Hospital de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (HUANA).

Ao todo, sete instituições se dispuseram a participar do chamamento público, mas três delas foram consideradas inabilitadas para a posição. Essas terão até a próxima terça-feira (21) para entrar com recurso.

Estão garantidas na disputa pelo contrato de gestão do HUANA o Instituto Consolidar, Instituto Habeas, Instituto Haver e Instituto Cem. Todos instalados em Goiânia.

Já as que precisam correr contra o tempo para retornar ao páreo são a Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar – Pró Saúde (São Paulo), Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (São Paulo) e a Fundação Universitária Evangélica (FUNEV), a única de Anápolis.

Em conversa com a reportagem do Portal 6, João Pedro dos Santos Pereira, diretor executivo da FUNEV, explicou que a fundação teve dificuldades com um documento, mas “ainda é tudo muito prematuro e todos estão fazendo o possível para reverter a situação”.

“Não seria neglicencia e sim um documento que está tramitando e não correu em tempo hábil. Nosso posicionamento é que o processo ainda está em fase recursal e tudo que aconteceu pode ser revertido. É um prazo apertado e estamos fazendo o que podemos para obter êxito. Colocamos nas mãos de Deus e, após se esgotar todas as instâncias, se confirmar a inabilitação, vamos aceitar com tranquilidade”, disse.

A SES ainda não foi definiu data para a divulgação do nome da OS que substituirá a Fundação de Assistência Social de Anápolis (FASA) na gestão do hospital.

Em tempo

A FASA estava gestão do HUANA desde a fundação, em 2006. No entanto, no último dia 21 de fevereiro, decidiu encerrar a parceria com o governo de Goiás por falta de acordo.

Durante a reunião, foram colocadas na mesa de negociação pela SES propostas de ‘alterações na produtividade e custeio’, que a direção da entidade vislumbrou como não sendo a melhor para ambas as partes.

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