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Após decisão do STF, Justiça determina a libertação de Lula

(Foto: Reprodução)

No Twitter, a hashtag #LulaLivreAgora já ocupa o 1º lugar no ranking dos assuntos mais comentados do Brasil

Devido a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de ir contra a prisão em segunda instância, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva poderá deixar a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba ainda nesta sexta-feira (08).

É que o juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba acatou o pedido da defesa de Lula e determinou ele saísse da prisão.

Pelo Twitter, o deputado federal Célio Moura (PT), eleito por Tocantins, não só reafirmou a decisão do magistrado, como também disse que a justiça está sendo feita.

A decisão provocou a comemoração de vários correligionários na rede social e a hashtag #LulaLivreAgora já ocupa o 1º lugar no ranking dos assuntos mais comentados do Brasil.

De acordo com a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), todo o entorno da Policia Federal já está preparado para a liberdade do ex-presidente.

Já a também deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) não só defendeu a inocência de Lula, como também disse que está de braços abertos para recebê-lo.

Em tempo

Por 6 votos a 5, o STF decidiu ir contra a validade da execução provisória de condenações criminais nesta quinta-feira (07) e reverteu seu próprio entendimento, que autorizou as prisões, em 2016.

Com a decisão, os condenados que foram presos com base na decisão anterior poderão recorrer aos juízes que expediram os mandados de prisão para serem libertados. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos.

Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 07 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras.

Segundo o Ministério Publico Federal (MPF), cerca de 80 condenados na operação serão atingidos.

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