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PC volta atrás, diz que padrasto é inocente e aponta único assassino do menino Danilo

Reviravolta no caso foi apresentada à imprensa no final da tarde desta segunda-feira (10)

Da Redação Da Redação -

A Polícia Civil (PC) divulgou, na tarde desta segunda-feira (10), a conclusão do inquérito sobre o caso da morte do garotinho Danilo de Souza Silva, de sete anos.

Em coletiva de imprensa, o delegado Rilmo Braga, responsável pelo caso, confirmou que Hian Alves de Oliveira é o único responsável pelo crime.

Ele será indiciado por homicídio duplamente qualificado e também por ocultação de cadáver.

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O padrasto da vítima, Reginaldo Lima Santos, que também era considerado um suspeito provável – especialmente devido às informações preliminares que indicavam que o crime teria sido cometido por duas pessoas – foi descartado e não será indiciado.

De acordo com a PC, o motivo que teria levado Hian a cometer uma ação tão bárbara foi ciúmes da relação de Reginaldo com um pastor local.

O fato do padrasto ter uma extensa ficha criminal, colecionando crimes como tentativa de feminicídio e outras infrações de conotação sexual, fez o jovem acreditar que ele seria imediatamente ligado à ação.

O relatório da Polícia Civil também informou que a análise técnico-científica foi o verdadeiro divisor de águas da investigação – ainda que os detalhes sejam sigilosos – pois confirmaram que o crime poderia ter sido cometido por uma só pessoa e que Reginaldo não estava no local.

A perícia também confirmou que Danilo não sofreu nenhum abuso sexual, e que a vara encontrada, apontada pelo próprio autor, foi utilizada para confirmar que o menino realmente estava morto.

A possibilidade dele ter atuado como mandante também foi descartada após análise dos relatos dados tanto por ele quanto por Hian.

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