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GIH descobre porque adolescentes invadiram Juizado de Anápolis e mataram vigilantes

Em caso de condenação, a pena para o mandante do crime poderá chegar a de 60 anos de prisão

Da Redação Da Redação -

Crime que chocou a população anapolina em 2017, o assassinato dos vigilantes Joel Pereira Dutra, de 65 anos, e de Celso Roberto Tavares, de 34, foi completamente elucidado pela Polícia Civil de Anápolis.

Na tarde desta terça-feira (29), o mandante teve o cumprimento do mandado de prisão preventiva executado pelo Grupo de Investigação de Homicidios (GIH) contra W.S.C, de 29 anos, que já era reeducando do sistema prisional desde 2012.

Foi da cadeia que o jovem mandou dois adolescentes invadirem a sede do Juizado da Infância e Juventude de Anápolis, localizado na Avenida Miguel João, no Centro, para matar os profissionais.

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O GIH descobriu que os menores praticavam roubos para ele. A hipótese mais provável é que os garotos tenham entrado no local para roubar as armas dos vigilantes, como de fato aconteceu com uma das vítimas.

“Após o episódio, a arma do vigilante Celso foi recuperada e apreendida após um roubo de veículo ocorrido na localidade de Jaranápolis, cujo autor intelectual, segundo os adolescentes envolvidos, também seria W.S.C”, informou o delegado Wllisses Valentim.

“W.S.C, que possui anotações criminais por associação criminosa, receptação, roubo qualificado e homicídio, foi indiciado pelo crime de duplo latrocínio e se encontra recolhido no Presídio Estadual de Anápolis, onde já cumpre pena, à disposição da justiça. Em caso de condenação, sua pena poderá chegar a de 60 anos de prisão”, emendou.

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