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Após homem cair em emboscada sexual e ser assassinado em Anápolis, família pede ajuda

Atraído por adolescente, vítima foi encontrada com a cabeça e corpo mutilado. Parentes afirmam que ele era trabalhador e honesto

Da Redação Da Redação -
Grupo de Investigação de Homicídios, o GIH, é o braço da Polícia Civil para elucidar assassinatos em Anápolis. (Foto: Divulgação)

O caso do assassinato de Leandro dos Santos Andrade, aos 35 anos, que chocou a população de Anápolis no início de 2020, ainda não está encerrado. É que, mesmo com as investigações concluídas, um dos autores do crime continua foragido.

Familiares conversaram com o Portal 6 nesta sexta-feira (18), em condição de anonimato, e afirmaram que a vítima era um homem trabalhador, honesto e “não merecia passar por tudo o que passou”.

Por isso, os parentes e amigos estão usando as redes sociais na tentativa de encontrar Emerson Marengo Lobo, cuja foto foi disponibilizada pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) a fim de que a população ajude a localizá-lo.

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(Foto: Divulgação / GIH)

Outros dois envolvidos no latrocínio já foram devidamente identificados e indiciados pela Polícia Civil. Emerson, no entanto, nunca mais foi visto após participar da execução.

De acordo com Polícia Civil, qualquer informação sobre o paradeiro dele pode ser repassada em sigilo pelo telefone (62) 9 8595-7399 ou através do número 197.

Relembre o caso

Leandro foi encontrado morto no dia 27 de fevereiro, próximo a uma região erma do município, mais conhecida como ‘pedreira’, com a cabeça e corpo mutilado.

“Os pertences pessoais da vítima, como documentos, aparelho de telefonia celular, cartões bancários e o veículo foram levados pelos autores”, informou o GIH por meio de nota.

“A equipe do GIH tomou conhecimento de que Leandro havia sido atraído para a cidade de Anápolis por uma menor, que era sua amiga, sob o pretexto de participar de uma orgia com algumas garotas”, emendou.

A vítima morava com os pais em Jaranápolis, um distrito de Pirenópolis, e havia recebido uma razoável quantia em dinheiro havia pouco tempo, cerca de R$ 5 mil a R$ 7 mil.

“Ao chegar no local do encontro, a vítima foi surpreendida pela presença de dois indivíduos, que foram chamados por esta menor para participarem do crime, e estes amarraram a vítima e o agrediram com pedaços de pau e de concreto.  Em seguida, o colocaram em seu próprio carro e se dirigiram até o local em que o corpo foi descartado”, detalhou o GIH.

O veículo foi encontrado um dia após o crime, em uma rua do bairro Boa Vista, na região Norte da cidade.

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