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Umidade do ar cai ainda mais em Anápolis e eleva risco para grupos da população

Além de evitar práticas de exercícios físicos de maior intensidade, medidas simples em casa ajudam a amenizar os malefícios

Caio Henrique Caio Henrique -
Visão aérea do bairro Jundiaí durante o por do Sol. (Foto: Danilo Boaventura)

Anápolis vem registrando indíces baixíssimos de umidade relativa do ar nos últimas dias, e a tendência é só piorar.

De acordo com o The Weather Channel, plataforma de meteorologia mais acessada do mundo, as taxas devem se manter abaixo dos 30% até o fim da semana, pelo menos.

Para melhor entender os perigos do fenômeno, a Organização Mundial de Saúde (OMS) explica que a taxa ideal para o organismo humano deve girar entre 40 e 60%.

A baixa umidade no município, que poderá registrar valores abaixo dos 25%, torna o ato de respirar mais difícil e isso pode trazer complicações ainda mais severas para certos grupos da população.

Maior probabilidade de ocorrência de problemas cardíacos e cardiovasculares são algumas das variáveis neste tipo de situação, além do ressecamento da pele e olhos, por exemplo.

Vale ressaltar que as dificuldades na respiração podem ser agravadas pela necessidade do uso constante de máscara.

Hidratação constante e evitar a prática de atividades físicas de grande intensidade são algumas das formas de se precaver e manter a saúde.

Alguns truques caseiros também podem ser úteis para minimizar os sintomas, como pendurar toalhas molhadas e espalhar bacias d’água perto de camas, sofás e demais locais de descanso.

Crianças e idosos são ainda mais vulneráveis devido ao sistema imunológico mais frágil, e devem receber uma atenção redobrada durante o período.

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