Caçada a jovem que matou esposa grávida, criança e fazendeiro mobiliza polícia em Goiás

Uma das vítimas, que conseguiu sobreviver e quase foi estuprada, teve de se fingir de morta para conseguir se salvar

Da Redação -
Wanderson admirava o serial killer Lázaro Barbosa e agora também é procurado por uma força-tarefa. (Foto: Divulgação)

Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar de Corumbá, município localizado a 52 km de Anápolis, estão mobilizadas nesta segunda-feira (29) para tentar encontrar Wanderson Mota Protacio, de 21 anos, que é suspeito de ter cometido um triplo homicídio e uma tentativa de assassinato, na noite de ontem (28), na zona rural da cidade

Toda a movimentação começou quando a primeira viatura foi acionada, por volta das 21h40, depois que uma mulher, que completou 45 anos há menos de dez dias, apareceu ferida na casa de uma amiga pedindo por socorro.

O Portal 6 apurou junto ao delegado Tibério Martins Cardoso, responsável pelo caso, que um vizinho já conhecido da família, sabendo que na residência teria uma arma de fogo, foi até o imóvel da vítima para fingir que queria apenas tomar um refrigerante com o marido dela, identificado como Roberto Clemente de Matos.

No local, ele roubou a arma, atirou contra Roberto, que não resistiu, e partiu para cima da companheira do homem. Ela ainda teria tentado correr, mas foi alcançada e levou mordidas no rosto, um tiro no ombro e, por pouco, não foi estuprada. Para não ser ainda mais ferida, teve de se fingir de morta.

Em seguida, o autor roubou uma caminhonete, que pertencia ao casal, e desapareceu.

‘Agora nós estamos tentando contato para saber como a vítima socorrida está. É uma situação que deixa a pessoa abalada, ela ficou ferida e perdeu o marido. Mas se tiver condições, já vai ser ouvida’, explicou o investigador.

Minutos antes do ataque contra o casal, conforme o delegado, o mesmo criminoso também já tinha executado a própria esposa, uma jovem de 21 anos, que estaria grávida, e a filhinha dela, de 02 anos. As duas foram identificadas como Rania Aranha Figueiro e Geysa Aranha da Silva Rocha, respectivamente.

O autor já tinha outra passagem por homicídio e, assim que for localizado, deverá responder inicialmente por latrocínio (roubo seguido de morte) e feminicídio.

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