Anápolis tem condições de dar a volta por cima e ser feliz
Nessas minhas andanças pelo estado de Goiás uma das coisas que mais me perguntam é: “como está Anápolis?”.
Nossa cidade, a terra em que nasci, é muito famosa e cobiçada pelo desenvolvimento e oportunidades geradas às pessoas e empresas.
No entanto, reconheçamos, não estamos bem. Prova disso é o levantamento recente que mostra que perdemos o título de cidade mais feliz do Centro-Oeste.
- Qual o salário médio que um brasileiro recebe aos 18, 25, 35, 45 anos e após os 65, segundo especialista em finanças
- A carne de segunda que desmancha no garfo e custa menos que o acém, segundo açougueiros
- De R$ 48 milhões a quase R$ 3 bilhões em sete anos: a imobiliária goiana que saltou de 40 para 2.200 corretores
Muitas pesquisas indicam que pessoas que vivem em grandes cidades geralmente são menos felizes do que as que vivem nas cidades menores.
Ainda que o conceito de felicidade seja subjetivo , ele pode estar muito relacionado ao bem estar urbano, dependendo de muitos fatores incluindo emprego, escolas, moradias, transporte, limpeza, entretenimento, infraestrutura, saúde segurança e educação.
Sendo assim, as cidades desempenham um papel determinante na felicidade da população, a qual é fundamental para compreender a opinião das pessoas sobre os serviços oferecidos, bem como seus problemas e necessidades, sejam elas construídas ou reconstruídas para as pessoas .
Alem de fatores estruturais , vivemos períodos de desemprego alto , inflação crescente, diminuição do poder de compra , preço dos combustíveis imorais, resquícios e sequelas da pandemia .
Isso tudo deixa o anapolino triste, e com muita razão. Os motivos para serem felizes podem existir, mas para dentro da porta de casa.
Anápolis merece felicidade não só pelo povo que tem, mas sobretudo pelo que é entregue como cidade. Dias melhores virão! Eu tenho esperança!
Márcio Corrêa é empresário e odontólogo. Preside o Diretório Municipal do MDB em Anápolis. Escreve todas as segundas-feiras. Siga-o no Instagram.
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