Rússia diz que abriu mais de mil inquéritos criminais contra militares ucranianos

Investigadores obtiveram os nomes de altos funcionários das prisões onde russos detidos teriam sido torturados

Folhapress -
Guerra no Leste Europeu. (Foto: Aris Messinis/AFP via Getty Images)

FLÁVIA MANTOVANI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Rússia abriu mais de mil inquéritos para investigar supostos crimes cometidos por militares ucranianos, afirmou o Comitê de Investigação de Moscou nesta sexta-feira (27), de acordo com a agência de notícias Tass.

De acordo com o comitê, os investigadores obtiveram os nomes de altos funcionários das prisões de Kiev, Kharkiv e de mais cinco cidades, onde russos detidos na guerra teriam sido torturados.

Eles também afirmam que interrogatórios com soldados ucranianos que se renderam revelam que as forças do país colocaram militares em posição de combate dentro de infraestrutura civil, como escolas, jardins de infância e residências.

Disseram, ainda, que os ucranianos teriam cometido “atrocidades contra civis” após usarem “substâncias químicas para elevar a moral”.

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