Gay Day em Anápolis termina com publicitária ferida após receber tiro de bala de borracha
Mariana Pessoa conta como foi o episódio e explica por que não quis registrar o caso na Polícia Civil
A publicitária Mariana Pessoa, de 25 anos, ficou ferida depois de ser atingida por um tiro de bala de borracha na Parada LGBTQIA+, também chamada de Gay Day, em Anápolis.
Ela conta que já havia terminado o percurso da manifestação e, junto com o grupo, retornou ao estacionamento da Praça Deputado Abílio Wolney.
Uma briga entre dois homens começou. Para se afastar da confusão, a jovem foi na direção de um grupo da Polícia Militar que estava no local. O que ela não esperava era ser atingida por um tiro.
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“Para sair da briga, fui para o lado da polícia, que, em tese, estaria ajudando. Eles atiraram na minha perna e disseram que eu estava na briga, mas eu não estava”, disse ao Portal 6.
Num primeiro momento, a publicitária não se deu conta do tamanho do ferimento. “Senti que alguma coisa me atingiu, mas não tinha visto a gravidade”, revelou.
O policial militar que teria disparado a bala de borracha já havia ido à delegacia para contar a versão dele. Ela pensou em registrar o caso na Polícia Civil, mas desistiu.
“Eu até iria, mas depois, vendo tudo, eu desisti. Seria um pouco perigoso para mim, pois moro em Anápolis. Mas houve um pouco de negligência da polícia, que ficou olhando e não fez nada”, afirmou.
A jovem foi levada ao hospital e precisou de 15 pontos no ferimento.
O Portal 6 procurou a Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) e aguarda resposta.








