iFood e Rappi esclarecem se entregadores precisam ou não levar os pedidos até o apartamento
Muito dos trabalhadores responsáveis por esta atividade sofrem desrespeito e por vezes agressões físicas e verbais
Bastante utilizado pela população, o delivery de comida foi um serviço que se popularizou principalmente durante a pandemia no Brasil.
No entanto, muito dos trabalhadores responsáveis por esta atividade sofrem desrespeito e por vezes agressões físicas e verbais.
Na maior parte dos casos os clientes reclamam por não receber o pedido na porta do apartamento onde mora, se recusando a descer para receber a entrega.
- Aos 14 anos, ele e o irmão de 8 montaram no quintal uma favela em miniatura de tijolos reaproveitados, bonecos, tinta com 450 m² e virou referência mundial
- Quanto ganha um balconista de panificadora em supermercado no Atacadão, Assaí e Carrefour em 2026, segundo recrutadores
- José Ruiz, personal trainer: ‘Se uma pessoa com mais de 60 anos caminhar 30 minutos, 5 dias por semana, já começa a sentir diferenças no corpo e na disposição’
Para acabar de vez com a polêmica, iFood e Rappi esclareceram se os entregadores precisam ou não levar os pedidos até o comprador.
O iFood esclareceu que o entregador é orientado a subir em alguns casos específicos.
“Sabemos que pode haver casos em que o cliente tenha alguma restrição de locomoção; nesse caso, nossa orientação é que ele converse pelo aplicativo com o entregador para explicar suas condições e acordar que a entrega seja feita em sua porta.”
Já o Rappi informou que os trabalhadores não tem a obrigação de subir até as residências.
“O indicado, nos termos e condições do aplicativo, é que ele aguarde na portaria das casas e prédios. A opção de subir, inclusive, não existe no app”, informou o Rappi ao R7.







