Essa planta ajuda a controlar o açúcar no sangue e melhora a memória e a concentração no dia a dia

Usada há séculos na medicina natural, uma planta bastante conhecida vem ganhando destaque por seus possíveis benefícios para a saúde metabólica e cerebral

Layne Brito Layne Brito -
planta ajuda a controlar o açúcar no sangue
(Foto: Reprodução/Youtube)

Muito além de um simples tempero, algumas plantas medicinais carregam propriedades que despertam o interesse da ciência e da tradição popular. Entre elas, está uma erva utilizada há séculos por seus efeitos no organismo, especialmente no equilíbrio do corpo e no funcionamento do cérebro.

Com o aumento da busca por alternativas naturais, esses benefícios têm sido cada vez mais observados no dia a dia.

A sálvia é uma dessas plantas que se destacam. Conhecida pelo aroma marcante e pelo uso culinário, ela contém compostos bioativos que podem ajudar o organismo a lidar melhor com a glicose.

Estudos indicam que essas substâncias contribuem para melhorar a sensibilidade à insulina, facilitando a entrada do açúcar nas células e evitando que ele permaneça em excesso no sangue.

Além disso, a planta pode ajudar a reduzir picos de glicose após as refeições, ao interferir na absorção dos carboidratos.

Outro ponto importante está na ação antioxidante e anti-inflamatória da sálvia. Processos inflamatórios crônicos estão associados à dificuldade do corpo em controlar o açúcar no sangue.

Ao ajudar a reduzir essa inflamação, a planta contribui indiretamente para um melhor equilíbrio glicêmico, além de proteger as células contra o estresse oxidativo.

Essas mesmas propriedades também explicam os efeitos da sálvia sobre o cérebro. Compostos presentes na planta favorecem a comunicação entre os neurônios e estão associados à melhora da memória, da atenção e da concentração.

Por isso, ela é tradicionalmente relacionada à clareza mental e ao suporte cognitivo, especialmente em períodos de estresse ou fadiga.

A sálvia pode ser consumida em forma de chá, extratos, cápsulas ou como tempero na alimentação. Ainda assim, especialistas reforçam que o consumo deve ser moderado e não substitui tratamentos médicos.

Pessoas com doenças metabólicas ou que fazem uso de medicamentos devem sempre buscar orientação profissional antes de incluí-la de forma regular na rotina.

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Layne Brito

Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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