Governo altera calendário escolar em 2026: férias na metade do ano serão mais curtas neste pais

O recesso de meio de ano foi compactado para reduzir interrupções longas e manter as 40 semanas letivas exigidas

Gustavo de Souza Gustavo de Souza -
Governo altera calendário escolar em 2026: férias na metade do ano serão mais curtas neste pais
(Imagem: Ilustração)

O calendário escolar de 2026 neste país da América Latina passará por uma reorganização que mexe diretamente na rotina de estudantes, famílias e profissionais da educação. A mudança mais comentada é o encurtamento das férias do meio do ano.

Segundo as diretrizes nacionais, a rede pública terá aulas do fim de janeiro ao fim de novembro, com distribuição mais contínua ao longo do ano letivo. A proposta é manter as 40 semanas obrigatórias e reduzir pausas prolongadas.

Com isso, o recesso que antes era maior em julho será mais curto e concentrado, exigindo adaptação de quem planeja viagens, cursos e atividades para crianças e adolescentes colombianos.

Como fica o calendário escolar de 2026 na Colômbia

De acordo com as orientações nacionais, o ano letivo da rede pública na Colômbia começa em 26 de janeiro de 2026 e termina em 29 de novembro.

Além das semanas de aula, o calendário reserva momentos para atividades internas de professores e equipes diretivas, como preparação de aulas, análise de resultados, planejamento de projetos e ajustes curriculares ao longo do ano.

Na prática, a organização busca distribuir o trabalho pedagógico com mais previsibilidade, sem depender de um recesso longo no meio do ano para “equilibrar” o calendário.

Férias de meio de ano serão mais curtas: veja as datas do recesso

A principal alteração no calendário de 2026 na Colômbia é o encurtamento das férias de meio de ano. O recesso para estudantes de colégios públicos será de 22 de junho a 6 de julho de 2026.

Segundo o Ministério da Educação Nacional, o objetivo é reforçar a continuidade do processo educativo e evitar interrupções prolongadas. Ao compactar o descanso, a intenção é reduzir lacunas de aprendizagem e organizar melhor intervenções pedagógicas.

A mudança também tende a impactar o planejamento das famílias, já que o período de julho, tradicionalmente associado a férias mais longas, ficará mais curto no novo formato.

Como famílias e escolas podem se organizar para a mudança

Com as datas mais concentradas, viagens e compromissos que dependem do recesso escolar devem ser planejados com antecedência. Atividades como cursos de férias e apoio escolar também podem precisar de ajustes.

Para evitar imprevistos, a recomendação é acompanhar as datas oficiais divulgadas pelos canais educacionais e reorganizar compromissos familiares e de trabalho com base no novo calendário.

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Gustavo de Souza

Gustavo de Souza

Estudante de jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e repórter do Portal 6.

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