Ranking atualizado: as melhores e piores capitais para se viver em 2026
Levantamento nacional mostra quais capitais se destacam em qualidade de vida e quais ainda enfrentam desafios importantes

As melhores capitais para viver em 2026 foram reveladas em um ranking nacional que avaliou indicadores ligados à qualidade de vida da população.
O levantamento mostra que, mesmo entre grandes centros urbanos, ainda existem diferenças importantes no acesso a serviços, segurança, saúde, educação, moradia e oportunidades.
A lista faz parte do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O estudo analisou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais, organizados em dimensões que medem necessidades básicas, bem-estar e oportunidades.
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Capital do Sul aparece no topo do ranking
Entre as capitais brasileiras, Curitiba ficou em primeiro lugar, com 71,29 pontos em uma escala de 0 a 100. A capital paranaense foi seguida por Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.
O desempenho coloca a cidade no topo entre os grandes centros do país e reforça o destaque da região Sul em indicadores ligados à qualidade de vida.
O resultado também mostra que capitais com realidades bastante diferentes podem aparecer próximas no ranking quando apresentam bons números em serviços urbanos e acesso a oportunidades.
Veja as melhores capitais para viver em 2026
Segundo o IPS Brasil 2026, as cinco capitais mais bem colocadas foram:
- Curitiba (PR) — 71,29 pontos
- Brasília (DF) — 70,73 pontos
- São Paulo (SP) — 70,64 pontos
- Campo Grande (MS) — 69,77 pontos
- Belo Horizonte (MG) — 69,66 pontos
Na faixa intermediária, aparecem capitais como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Natal, que também registraram pontuações acima da média nacional.
Piores capitais revelam desafios sociais
Na outra ponta do levantamento, Porto Velho aparece com o pior desempenho entre as capitais, com 58,59 pontos. Além dela, entre os menores resultados, também estão Macapá, Maceió e Salvador.
A diferença entre Curitiba, primeira colocada, e Porto Velho, última da lista, ultrapassa 12 pontos. O dado mostra como o país ainda enfrenta desigualdades relevantes entre suas capitais, mesmo em cidades que concentram serviços públicos, empregos e infraestrutura regional.
O que o IPS Brasil avalia
O IPS Brasil mede resultados concretos na vida da população. Diferentemente de indicadores econômicos, o índice observa se os serviços e condições sociais estão, de fato, chegando aos moradores.
Entre os critérios avaliados estão segurança, moradia, saneamento, acesso à informação, saúde, educação, inclusão social, direitos individuais e acesso a oportunidades. O levantamento também aponta que todas as capitais ainda enfrentam dificuldades no componente de inclusão social.
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