Anvisa manda recolher e proíbe a venda de coco ralado em todo o país
Medida nacional envolve um produto comum na cozinha e acende alerta para consumidores que podem ter o item em casa

Produtos simples, presentes em receitas do dia a dia, também podem entrar na mira da fiscalização quando apresentam alguma irregularidade.
Por isso, mesmo itens considerados comuns na despensa exigem atenção dos consumidores, principalmente quando há alerta de órgãos sanitários.
Desta vez, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote de coco ralado da marca Casa de Mãe, fabricado pela Qualicoco Ltda.
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A decisão também suspende a venda, a distribuição, a propaganda e o uso do produto em todo o território nacional.
A medida vale especificamente para o lote 13/25, com validade até 17 de setembro de 2026.
Segundo a decisão, uma análise laboratorial identificou quantidade de dióxido de enxofre acima do limite permitido pela legislação sanitária.
O exame apontou 826 mg/kg da substância no produto.
O dióxido de enxofre é usado como conservante em alguns alimentos, mas deve respeitar limites definidos pelas normas de segurança alimentar.
Quando aparece em quantidade acima do permitido, o composto pode representar risco à saúde, especialmente para pessoas asmáticas ou com sensibilidade a sulfitos.
Entre as possíveis reações estão desconfortos respiratórios, náuseas, dor de cabeça e sintomas alérgicos.
Por isso, consumidores que tiverem o coco ralado Casa de Mãe do lote 13/25 em casa não devem consumir o produto.
A orientação é verificar a embalagem e buscar o local de compra ou os canais da fabricante para informações sobre troca ou ressarcimento.
A restrição não significa que todos os cocos ralados do mercado foram proibidos.
A determinação da Anvisa é direcionada ao lote identificado na fiscalização, que deve ser retirado de circulação.
A recomendação é sempre conferir marca, lote e validade antes de consumir produtos que tenham sido alvo de alerta sanitário.
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