Prefeitura de Anápolis fecha novo contrato com a Quebec e amplia frota de caminhões da coleta de lixo

Acordo terá duração de 60 meses, com valor total estimado em R$ 131,8 milhões

Ícaro Gonçalves -
Coleta de lixo em Anápolis
Frota de caminhões da Quebec Ambiental (Foto: Reprodução)

A Prefeitura de Anápolis assinou o contrato com a Quebec Construções e Tecnologia Ambiental para a manutenção e melhoria dos serviços de limpeza urbana da cidade.

O acordo, assinado na última sexta-feira (29), terá duração de 60 meses, com valor total estimado em R$ 131,8 milhões, divididos entre recursos para as atividades de coleta de lixo, varrição e roçagem, e à operação do aterro sanitário municipal.

Entre as novidades do novo contrato, está o reforço da frota de caminhões usados na coleta de resíduos.

Segundo o secretário de Obras, Meio Ambiente e Serviços Urbanos, Thiago de Sá, em entrevista à Rádio São Francisco, a nova operação passará de 13 para 18 veículos, todos novos.

Os caminhões começaram a circular com a nova identidade visual do município já nesta segunda-feira (1º).

Além da coleta domiciliar, a licitação previa ações de varrição, capina e roçagem em áreas públicas. A ampliação das equipes também faz parte das medidas previstas para melhorar a manutenção dos espaços urbanos.

Outro ponto incluído no planejamento é a criação de ecopontos monitorados para o descarte adequado de resíduos. A expectativa da gestão municipal é minimizar o surgimento de áreas irregulares de despejo de lixo e entulho em diferentes regiões da cidade.

O pacote de atividades ainda inclui coleta seletiva, limpeza de feiras livres, pintura de meio-fio e gerenciamento do aterro sanitário.

Licitação vencida

Como noticiado em abril pelo Portal 6, a Quebec foi a vitoriosa nas duas licitações que tratavam da coleta de lixo e da operação do aterro sanitário de Anápolis.

No lote de maior valor, que compreende a limpeza urbana e a coleta de lixo, a Quebec desbancou as concorrentes Tecpav, Terracom e Ramac com uma proposta de R$ 103,6 milhões.

Além do fator econômico, a empresa atingiu a nota máxima nos critérios de avaliação técnica estabelecidos pela comissão de licitação.

O desempenho se repetiu na disputa pela operação do aterro sanitário, onde a companhia ofereceu o menor preço, fixado em R$ 28,1 milhões, e obteve a pontuação de 98,4 do colegiado responsável pela análise.

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Ícaro Gonçalves

Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

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