Uma amiga que está grávida me contou: “É possível escutar o coração do bebê com o iPhone”

Recurso de audição ao vivo pode amplificar sons pelo celular, mas não substitui exames, ultrassom ou acompanhamento médico durante a gestação

Gabriel Yure Gabriel Yuri Souto -
Recurso de audição ao vivo do iPhone pode amplificar sons na gravidez, mas não substitui exames ou acompanhamento médico. (Foto: Captura de tela/Instagram/@araissaviana)
Recurso de audição ao vivo do iPhone pode amplificar sons na gravidez, mas não substitui exames ou acompanhamento médico. (Foto: Captura de tela/Instagram/@araissaviana)

A tecnologia tem entrado cada vez mais na rotina das gestantes. De aplicativos que acompanham o desenvolvimento do bebê a grupos de apoio nas redes sociais, muitas futuras mães buscam formas de tornar a gravidez mais próxima e emocionante.

Uma dica compartilhada por Raissa Viana, do perfil @araissaviana, chamou atenção justamente por usar um recurso já disponível em dispositivos da Apple. A técnica consiste em ativar a função de audição ao vivo no iPhone e usar fones conectados para tentar captar sons do bebê.

Segundo o relato usado no título, “É possível escutar o coração do bebê com o iPhone”.

O recurso funciona como uma espécie de amplificador sonoro. Na prática, a gestante ativa a ferramenta no centro de controle do aparelho, conecta os fones e posiciona o celular sobre a barriga. Assim, o microfone do iPhone tenta captar sons próximos e enviá-los diretamente aos fones.

O que é preciso saber antes de testar

Apesar da curiosidade, é importante ter cuidado com a interpretação do som. Nem sempre o que a pessoa escuta corresponde aos batimentos cardíacos do bebê. Ruídos do ambiente, movimentos da mãe, digestão e até o próprio pulso podem confundir.

Além disso, o método não tem finalidade médica. Portanto, ele não substitui ultrassom, cardiotocografia, doppler fetal ou qualquer avaliação feita por profissional de saúde.

Durante a gravidez, dúvidas sobre batimentos, movimentos do bebê, dor, sangramento ou redução de atividade fetal precisam de orientação médica. Nesses casos, a gestante deve procurar atendimento em vez de confiar em testes caseiros.

Ainda assim, o recurso pode despertar curiosidade por criar uma experiência afetiva durante a gestação. Para muitas mães, qualquer tentativa de ouvir sons da barriga se transforma em um momento de conexão com o bebê.

Com uso responsável, sem substituir consultas e exames, a função pode ser vista como uma curiosidade tecnológica. O mais importante, porém, continua sendo manter o pré-natal em dia e seguir as orientações da equipe médica.

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Gabriel Yure

Gabriel Yuri Souto

Redator e gestor de tráfego. Especialista em SEO.

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