Não é porcelanato, nem cimento queimado: o piso que virou tendência por ser mais barato e resistente, segundo arquitetos

Uma nova tecnologia de revestimento tem conquistado espaço em projetos residenciais por reduzir reformas, facilitar a limpeza e oferecer alta durabilidade, sem a necessidade de remover o piso antigo

Daniella Bruno -
O Revestimento Monolítico Mineral ganha destaque por unir resistência, praticidade e sustentabilidade em reformas e construções
(Imagem: Ilustração/IA/Gemini)

Escolher um novo piso costuma ser uma das etapas mais importantes de uma reforma.

Além da aparência, fatores como resistência, facilidade de limpeza, conforto e custo também influenciam a decisão dos moradores.

Por isso, materiais como porcelanato e cimento queimado dominaram os projetos de arquitetura nos últimos anos.

No entanto, novas tecnologias começaram a ganhar espaço na construção civil.

Entre elas, o revestimento monolítico mineral chama a atenção de arquitetos por oferecer instalação mais simples, alta durabilidade e menor impacto ambiental.

Além disso, o material permite renovar ambientes sem retirar o piso antigo. Dessa forma, reduz o tempo da obra, diminui os custos e evita a geração de grandes volumes de entulho.

Como funciona o revestimento monolítico mineral?

O revestimento utiliza uma mistura de agregados minerais finos com polímeros aquosos de alta performance.

Em seguida, essa combinação forma uma massa autonivelante com poucos milímetros de espessura.

Depois da aplicação, o material adere diretamente ao piso existente. Assim, elimina a necessidade de quebrar o revestimento antigo antes da reforma.

Como consequência, a obra fica mais rápida, gera menos sujeira e reduz gastos com demolição e descarte de resíduos.

Quais são as principais vantagens?

  • Segundo arquitetos, esse revestimento reúne benefícios que vão muito além da estética.

Limpeza mais simples

Como o piso forma uma superfície contínua, ele não possui juntas nem rejuntes.

Por esse motivo, a sujeira encontra menos pontos para se acumular.

Na prática, basta utilizar água e sabão neutro para realizar a limpeza diária.

Além disso, a ausência de rejuntes reduz o risco de encardimento ao longo do tempo.

Maior resistência

Os polímeros presentes na composição tornam o revestimento mais flexível.

Dessa maneira, o material acompanha pequenas movimentações estruturais do imóvel.

Consequentemente, o risco de trincas e fissuras diminui significativamente.

Mais conforto térmico

Outra vantagem aparece na sensação ao caminhar descalço.

Diferentemente de muitos pisos cerâmicos, esse revestimento acompanha a temperatura ambiente de forma mais equilibrada.

Assim, o toque costuma ser mais agradável durante todas as estações do ano.

Sustentabilidade também chama atenção

Além das vantagens práticas, o revestimento também oferece benefícios ambientais.

Sua fabricação consome menos energia do que a produção de diversos pisos cerâmicos tradicionais.

Ao mesmo tempo, a aplicação acontece sobre o revestimento já existente.

Com isso, a reforma produz muito menos entulho.

Além disso, a redução de resíduos diminui o impacto ambiental e reduz a quantidade de materiais enviados para aterros sanitários.

Cuidados antes da instalação

  • Apesar da praticidade, especialistas recomendam alguns cuidados antes da aplicação.

Entre as principais orientações, estão:

  1. contratar profissionais especializados em revestimentos autonivelantes;
  2. avaliar a umidade do contrapiso antes da instalação;
  3. utilizar materiais certificados pelo fabricante;
  4. seguir todas as recomendações técnicas de aplicação.

Dessa forma, aumenta-se a durabilidade do revestimento e diminuem-se as chances de descolamentos ou outros problemas futuros.

Vale a pena investir nesse tipo de piso?

O revestimento monolítico mineral surge como uma alternativa para quem deseja modernizar os ambientes sem enfrentar grandes reformas.

Além de eliminar o quebra-quebra, o material oferece boa resistência, limpeza facilitada e conforto no uso diário.

Por outro lado, o sucesso da instalação depende da escolha de profissionais qualificados e de materiais certificados.

Ainda assim, muitos arquitetos acreditam que essa tecnologia continuará ganhando espaço nos próximos anos.

Por fim, o revestimento reúne praticidade, sustentabilidade, economia e durabilidade.

Por isso, desponta como uma das principais tendências para reformas residenciais e comerciais.

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Daniella Bruno

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Goiás (UFG) e estagiária de SEO do Portal 6, em Goiânia. Atua na produção e otimização de conteúdos digitais, com foco em matérias soft sobre comportamento, curiosidades e temas do cotidiano.

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