Anvisa proíbe a venda de hidratantes e outros produtos em supermercados e farmácias de todo o país e orienta consumidores a interromperem o uso imediatamente
Entenda o risco invisível que levou as autoridades a bloquearem essa compra nos estabelecimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma Resolução-RE nº 3.347 no Diário Oficial da União determinando a interdição total, a apreensão e a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de trinta e sete itens cosméticos da marca Bunny.
A medida enérgica atinge diretamente manteigas corporais, géis de banho, loções de cuidado pessoal e sprays aromáticos que circulavam amplamente entre os consumidores.
De acordo com o órgão regulador federal, toda a linha de mercadorias era ofertada na internet por meio de site próprio sem possuir o devido cadastro ou notificação oficial obrigatória.
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O aval técnico da instituição é um requisito indispensável para garantir que qualquer fórmula voltada à rotina de higiene pessoal cumpra os padrões exigidos de segurança antes de chegar ao público.
Falta de registro expõe riscos
Como os artigos não passaram pelas análises laboratoriais prévias exigidas por lei, as autoridades determinaram a suspensão imediata de qualquer aplicação sobre a pele para prevenir reações alérgicas ou dermatites.
Clientes que já adquiriram os frascos por meio digital devem interromper o manuseio dos tubos instantaneamente para resguardar a própria integridade física.
Ações para quem comprou
A recomendação oficial para os compradores é checar detalhadamente os nomes e as especificações dos exemplares afetados diretamente na página digital da agência fiscalizadora.
O canal de atendimento da empresa fabricante foi acionado para prestar esclarecimentos sobre o caso, enquanto o comércio irregular dos lotes segue sob rigorosa fiscalização em todo o país.
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