6 árvores frutíferas que dão flores lindas, produzem frutas deliciosas e deixam o quintal muito mais bonito
Espécies combinam flores coloridas, frutos para consumo e características ornamentais que podem transformar jardins e áreas externas

Quem deseja deixar o quintal mais bonito nem sempre precisa escolher entre plantar flores ou cultivar árvores frutíferas. Algumas espécies conseguem reunir as duas características e transformar o jardim em um espaço colorido, com flores que chamam atenção antes mesmo de os frutos aparecerem.
Entre as opções estão árvores que produzem flores rosas, vermelhas, alaranjadas e brancas. Além do efeito ornamental, muitas delas atraem polinizadores e permitem colher frutas diretamente do pé.
Conheça seis espécies que reúnem essas características e podem ser cultivadas em jardins e quintais, desde que recebam espaço e cuidados adequados.
1. Aceroleira
Conhecida pelas frutas vermelhas e ricas em vitamina C, a aceroleira também chama atenção pelas flores delicadas, que variam entre tons de rosa, branco e violeta.
A árvore apresenta porte relativamente pequeno e pode ser cultivada em jardins residenciais ensolarados. Suas flores atraem abelhas polinizadoras, que participam da formação dos frutos.
Quando encontra condições favoráveis de temperatura, água e luminosidade, a espécie pode apresentar diferentes ciclos de floração e frutificação durante o ano.
2. Romãzeira
A romãzeira é uma das opções mais interessantes para quem procura flores de cores intensas. Antes de produzir as romãs, a planta apresenta flores vistosas, normalmente em tonalidades de vermelho e alaranjado.
O contraste entre as flores e as folhas verdes transforma a espécie em uma alternativa ornamental para jardins.
Ela pode ser cultivada como arbusto ou pequena árvore e aceita podas de formação. Entretanto, é importante escolher variedades frutíferas, já que existem tipos ornamentais selecionados principalmente pela floração.
3. Caramboleira
A caramboleira possui uma característica que muitas pessoas desconhecem: suas flores são pequenas, delicadas e apresentam tonalidades que variam do rosa ao lilás.
Elas aparecem agrupadas nos ramos e dão origem às carambolas, conhecidas pelo formato de estrela quando são cortadas.
A espécie gosta de temperaturas elevadas, boa luminosidade e solo com umidade adequada. Como pode atingir vários metros de altura, exige planejamento antes do plantio.
4. Goiabeira-serrana
Também chamada de feijoa, a goiabeira-serrana possui uma das flores mais diferentes entre as árvores frutíferas.
Suas pétalas claras contrastam com numerosos filamentos vermelhos, criando uma aparência que lembra uma flor ornamental.
A planta produz frutos verdes, aromáticos e com polpa comestível. Diferentemente de outras frutíferas tropicais, porém, tem melhor adaptação a regiões de clima mais ameno, especialmente áreas serranas do Sul do Brasil.
Por isso, quem pretende cultivá-la em regiões muito quentes precisa verificar se as condições locais favorecem a floração e a produção.
5. Jabuticabeira
A jabuticabeira chama atenção por uma característica pouco comum: suas flores não aparecem apenas nas pontas dos galhos, mas diretamente no tronco e nos ramos mais antigos.
Durante a floração, pequenas flores brancas podem cobrir essas estruturas, criando um visual diferente no jardim.
Depois da polinização, surgem as jabuticabas, frutas de casca escura e polpa clara, consumidas frescas ou utilizadas no preparo de doces, sucos e geleias.
A árvore precisa de espaço para crescer e responde melhor quando recebe água regularmente, especialmente nos períodos secos.
6. Pitangueira
A pitangueira combina flores brancas, folhas brilhantes e pequenos frutos que podem apresentar tonalidades vermelhas, alaranjadas e até arroxeadas.
Nativa do Brasil, a árvore também atrai pássaros interessados nas frutas maduras e pode contribuir para deixar o quintal mais vivo.
Embora aceite podas e possa ser conduzida em jardins residenciais, seu tamanho precisa ser considerado antes do plantio.
A escolha entre essas seis espécies deve levar em conta o clima, a incidência de sol, a disponibilidade de água e a área livre para o desenvolvimento das raízes.
Com o planejamento adequado, é possível ter um jardim que muda de aparência ao longo do ano, primeiro com a floração e depois com a chegada das frutas.
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