Governo Federal atualiza e passam a valer novos limites de renda para o Minha Casa, Minha Vida
Atualização amplia acesso ao programa habitacional e reduz juros para milhares de famílias brasileiras em diferentes faixas de renda

O Governo Federal atualizou os critérios de renda do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando o alcance da política habitacional e garantindo melhores condições de financiamento para milhares de brasileiros.
A mudança foi oficializada por meio da Portaria MCID nº 333, publicada no Diário Oficial da União em 1º de abril de 2026, após aprovação pelo Conselho Curador do FGTS em 24 de março.
A medida altera os limites de renda bruta familiar, permitindo que mais pessoas se enquadrem em faixas com juros menores e condições mais vantajosas na hora de financiar um imóvel.
Novas faixas ampliam o acesso ao programa
Com a atualização, famílias que vivem em áreas urbanas passam a ser enquadradas em três principais faixas: até R$ 3.200 na faixa 1, de R$ 3.200,01 a R$ 5 mil na faixa 2 e de R$ 5.000,01 a R$ 9.600 na faixa 3.
Já a faixa 4, voltada à classe média e criada em 2025, teve o teto de renda elevado de R$ 12 mil para R$ 13 mil mensais.
Para moradores de áreas rurais, os limites também foram ajustados, com renda anual podendo chegar a até R$ 162,5 mil, ampliando o alcance do programa no campo.
Redução de juros beneficia milhares
A principal consequência da mudança é a redução nas taxas de juros para famílias que passam a se enquadrar em faixas mais baixas. Na prática, isso significa parcelas menores e maior capacidade de financiamento.
Estimativas do governo indicam que cerca de 87,5 mil famílias serão diretamente beneficiadas com juros reduzidos. Outras 8,2 mil famílias da classe média passam a ter acesso ao programa pela faixa 4, com o novo teto de renda.
Teto dos imóveis também é ampliado
Além da renda, o valor máximo dos imóveis financiados também foi reajustado. O teto passou de R$ 350 mil para R$ 400 mil na faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na faixa 4. Os valores máximos das faixas 1 e 2 já haviam sido aprovados em 2025 e estavam em vigor desde janeiro.
A atualização busca acompanhar o mercado imobiliário e ampliar as opções de imóveis disponíveis para os beneficiários.
Com as mudanças, o governo pretende fortalecer o Minha Casa, Minha Vida e estimular o setor habitacional, considerado estratégico para o desenvolvimento econômico do país.
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