Adeus, grama que dá trabalho: a planta que cobre o gramado, dispensa corte, fica sempre verdinha e virou tendência nos jardins dos ricos
Plantas de forração, como a grama-amendoim, ganham espaço em projetos paisagísticos por exigirem menos manutenção e criarem cobertura verde no solo

Manter um gramado bonito exige corte frequente, rega, adubação e controle de ervas daninhas. Por isso, muitas pessoas passaram a buscar alternativas mais práticas para cobrir o solo do jardim.
Entre as opções que ganharam força no paisagismo estão as plantas de forração. Elas crescem rente ao chão, formam uma cobertura verde e podem substituir a grama em áreas de baixa circulação.
A grama-amendoim aparece entre as espécies mais populares. Além de dispensar corte constante, ela forma um tapete verde com pequenas flores amarelas e ajuda a deixar o jardim com aparência mais natural.
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Por que a forração virou tendência
As forrações costumam exigir menos manutenção do que gramados tradicionais. Além disso, ajudam a proteger o solo contra erosão, reduzem áreas de terra exposta e trazem mais textura ao paisagismo.
Paisagistas destacam que gramas tradicionais ainda são mais indicadas para áreas de pisoteio, lazer e circulação. Já as forrações funcionam melhor em canteiros, taludes, bordas, jardins ornamentais e espaços onde ninguém pisa com frequência.
Entre as espécies usadas em projetos estão grama-amendoim, hera, lambari-roxo, tapete inglês, grama-preta e brilhantina.
Cuidados antes de trocar a grama
Apesar da praticidade, nenhuma forração resolve tudo sozinha. Cada espécie precisa de uma condição de luz, solo e umidade.
A grama-amendoim, por exemplo, vai melhor em locais com sol e solo bem drenado. Já outras espécies toleram melhor meia-sombra.
Além disso, forrações não suportam pisoteio intenso como um gramado comum. Por isso, em caminhos e áreas de passagem, o ideal é combinar as plantas com pedras, pisos drenantes ou placas de concreto.
Com a escolha certa, as plantas de forração podem deixar o jardim verde, bonito e mais fácil de manter. No entanto, o segredo está em usar cada espécie no lugar adequado.
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