Fruta que marcou a infância nas décadas de 60 e 70 tem gosto de doce de leite, derrete na boca, pode ser plantada no quintal e dá muita sombra
Presente em antigos quintais brasileiros, fruta tropical combina memória afetiva, polpa adocicada e uma copa ampla e refrescante

Quem cresceu nas décadas de 1960 e 1970 pode se lembrar de uma fruta marrom, de aparência simples, mas com uma polpa extremamente doce e macia. Esta espécie tropical já foi presença comum nos quintais brasileiros e hoje está na memória dos mesmos.
Quando está maduro, o sapoti praticamente derrete na boca. O sabor costuma ser comparado ao doce de leite ou ao pudim de caramelo, característica que transforma o sapoti em uma verdadeira sobremesa natural.
Além dos frutos, o sapotizeiro chama atenção pelo porte. A árvore forma uma copa ampla, com folhagem densa, capaz de oferecer bastante sombra em jardins e áreas de convivência.
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Como plantar sapoti no quintal
Originário da América Central, o sapotizeiro se adapta bem a regiões de clima quente, como o Nordeste e o Centro-Oeste. A planta prefere sol pleno, solo fértil e bem drenado, embora suporte períodos curtos de estiagem depois de adulta.
Por alcançar vários metros de altura, a árvore precisa ser cultivada longe de muros, telhados e redes elétricas. Também é importante reservar espaço para o desenvolvimento das raízes e dos galhos.
Nos primeiros anos, as regas devem ser regulares, principalmente durante épocas mais secas. Podas leves ajudam a retirar ramos doentes ou malformados, sem comprometer a produção.
Fruta doce e versátil
O sapoti pode ser consumido fresco, desde que esteja completamente maduro. A polpa também pode ser usada em vitaminas, sorvetes, doces, cremes e geleias.
Antes do consumo, porém, é preciso esperar que o fruto amoleça naturalmente. Quando ainda está verde, ele libera um látex pegajoso e apresenta sabor adstringente.
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