Quanto custa mobiliar uma casa simples de 2 quartos em 2026 com o básico para viver, segundo arquitetos
Entre camas, eletrodomésticos e móveis indispensáveis, algumas escolhas conseguem fazer a conta final mudar bastante

Montar uma casa do zero costuma exigir um orçamento maior do que muita gente imagina. Afinal, não basta comprar cama e sofá: geladeira, fogão, máquina de lavar e espaço para guardar roupas também entram na conta.
Em 2026, uma casa simples de dois quartos pode exigir cerca de R$ 14 mil a R$ 18 mil para receber o básico, considerando móveis prontos, eletrodomésticos de entrada e poucas peças voltadas apenas à decoração. Simulações recentes para imóveis de aproximadamente 70 m² apontam justamente essa faixa para uma montagem econômica.
No entanto, esse valor pode crescer rapidamente. Arquitetos destacam que material, tamanho dos móveis, eletrodomésticos e, principalmente, uso de marcenaria planejada interferem diretamente no orçamento.
- Dani García, chef renomado: “Para fazer camarão na frigideira, não use óleo; cubra com papel-alumínio para ficar mais suculento”
- Como furar a parede de azulejo sem quebrar e sem fazer bagunça, segundo pedreiros
- Purê de batata para acompanhar carne de panela: o ingrediente simples que deixa o acompanhamento 10 vezes mais saboroso
Conta inicial
Para chegar perto dos R$ 14 mil, o morador precisa priorizar funcionalidade. Na cozinha, por exemplo, entram geladeira, fogão e um armário simples. Já a lavanderia pede pelo menos uma máquina de lavar e algum espaço para organização.
Uma simulação econômica de 2026 considera cerca de R$ 2,3 mil para geladeira, R$ 650 para fogão e R$ 1,6 mil para máquina de lavar. O sofá pode partir de aproximadamente R$ 1 mil, enquanto mesa e cadeiras ficam próximas de R$ 700 nesse cenário.
Dois quartos
Nos dormitórios, camas, colchões e guarda-roupas representam boa parte da despesa. Uma configuração simples pode consumir aproximadamente R$ 3 mil no quarto principal e R$ 1,8 mil no segundo.
Por isso, arquitetos recomendam definir prioridades antes das compras. Móveis prontos costumam ter custo inicial menor, enquanto peças planejadas aproveitam melhor o espaço, porém aumentam consideravelmente o investimento.
TV, micro-ondas, rack, mesas laterais, tapetes e objetos decorativos podem ficar para uma segunda etapa quando o dinheiro estiver apertado.
Valor pode subir
Quem busca produtos intermediários já pode gastar entre R$ 22 mil e R$ 30 mil. Nesse caso, entram colchões melhores, eletrodomésticos maiores e mais espaço de armazenamento.
Já projetos com móveis planejados mudam completamente a conta. Um escritório de arquitetura estima que até um padrão considerado econômico em um apartamento completo de 80 m² pode alcançar de R$ 60 mil a R$ 100 mil quando entram mais itens, iluminação, acabamentos e soluções de interiores.
Siga o Portal 6 no Google News e fique por dentro de tudo!







