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Justiça aceita denúncia contra o promotor Marcelo Henrique

(Foto: Reprodução/ MPGO)

Envolvido em esquema criminoso na UEG, ele já estava afastado das atividades em Anápolis

A Corte Especial do Tribunal de Justiça aceitou, por unanimidade, a denúncia contra o promotor Marcelo Henrique dos Santos por suspeita de participação em um esquema criminoso na Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Afastado de suas atividades em Anápolis desde 2017, Marcelo Henrique, segundo a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO), teria não somente feito vista grossa na contratação irregular da Funcer (Fundação Cerrado; atualmente Funser), mas também recebido vantagens como carro de luxo, viagem com a família para a Europa em classe executiva e embolsado quase R$ 100 mil dos R$ 26 milhões (em valores atualizados) do contrato da entidade para desenvolver treinamento de capacitação de software à UEG.

A denúncia aceita também revela que para dar aparência de legalidade e legitimidade às atividades ilícitas cometidas, o esquema era formado por cinco frentes: residência, diretores, assessoria jurídica, servidores da UEG, e o falso fiscal – função que seria exercida pelo promotor Marcelo Henrique.

Ao O Popular, o advogado Marcelo Iunes Machado, que representa Marcelo Henrique na Justiça, disse que a denúncia foi aceita com naturalidade ‘por se tratar de um procedimento de praxe’ e que ‘o promotor provocará sua inocência’.

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