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O drama da mulher que se escondeu para não ser morta e esquartejada no Filostro

Policial militar tentou ajudá-la e acabou se ferindo. Ele passará por cirurgia e não poderá trabalhar por cerca de 60 dias

Da Redação Da Redação -

Uma situação complicada foi registrada em Anápolis na noite deste domingo (21) e terminou com um policial militar ferido e afastado do trabalho.

Por volta das 22h50, a corporação recebeu a denúncia de que uma mulher de 33 anos estaria sendo mantida em cárcere privado pelo ex-marido, no Conjunto Filostro Machado, região Leste da cidade.

No endereço, o suspeito, de 37 anos, se recusou a abrir o portão para a equipe. Por isso, os agentes tiveram de chamar reforço e pular o muro — com autorização da vítima, que ouvia tudo de dentro da residência.

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Neste momento, um dos policiais acabou caindo e fraturando a mão esquerda. Ele teve de ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), passará por cirurgia e não poderá trabalhar por cerca de 60 dias.

No interior da casa, o suspeito foi encontrado muito agressivo e xingou e tentou bater na guarnição. Ele precisou ser contido e algemado.

Já em segurança, a vítima contou que o ex saiu com um amigo e voltou completamente embriagado e alterado para casa. Na ocasião, a xingou com vários palavrões, ameaçou de morte e afirmou que a esquartejaria com uma faca.

Na delegacia, a mulher contou que não estava em cárcere, mas que se escondeu para se proteger. Depois, não representou criminalmente contra o homem.

O delegado plantonista, neste caso, não pode fazer a autuação em flagrante pelas ameaças e injúria, mas o suspeito terá de responder por desacato e resistência.

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