Homem é condenado por assassinar esposa que se negou a ter filhos com ele

Casal vivia um relacionamento conturbado e vítima foi encontrada com lesões internas e externas gravíssimas

Da Redação -
Júlio Dutra de Souza foi condenado a 17 anos de prisão por matar companheira. (Foto: Reprodução)

Júlio Dutra de Souza foi condenado pela Justiça a cumprir 17 anos de prisão por espancar e matar a companheira, em Pires do Rio, município localizado no Sudeste de Goiás.

De acordo com denúncia do Ministério Público, que divulgou a decisão nesta quinta-feira (31), o casal vivia um relacionamento conturbado, marcado por frequentes brigas, desentendimentos e agressões. Mesmo assim, a mulher nunca chegou a procurar por ajuda.

O crime ocorreu no dia 29 de dezembro de 2020, quando durante uma suposta discussão por conta de um remédio abortivo, o homem começou a agredir Cibele Alves Rodrigues com diversos golpes na cabeça, tórax, abdômen, braços e pernas.

As agressões causaram na vítima graves lesões externas, e internas, como costelas fraturadas, colapso pulmonar, laceração no fígado e rim, que causaram a morte.

Logo após ter cometido o crime, Júlio fugiu do imóvel deixando o corpo da companheira sobre a cama e confessou o homicídio para um amigo.

Em posse do cartão bancário e da moto da vítima, o homem foi até a cidade de Vianópolis, cidade localizada a cerca de 79 km de onde matou Cibele. Porém, lá ele acabou sendo preso em flagrante.

Devido a gravidade do crime, a sentença negou que o réu pudesse recorrer em liberdade. A pena de Júlio deverá ser cumprida em regime fechado.

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