Goiano tenta tirar filha da mãe alegando que bebê está em risco por ser levada para faculdade
Defensoria Pública de Goiás precisou atuar para garantir que garotinha ficasse com a genitora
A Justiça negou o pedido de guarda unilateral provisória feito por um pai que afirmava que a criança estaria em risco pois a mãe a levava para a faculdade. A decisão aconteceu através da atuação da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO).
Na ação, o homem também alegou que a mulher não possui condições psicológicas de cuidar da menina. Por isso, gostaria que a mãe visse a filha apenas em finais de semana alternados.
A 1ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Aparecida de Goiânia, porém, já havia negado um recurso com pedido de efeito suspensivo acionado pelo genitor, que não estava satisfeito com as condições acordadas.
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Na decisão, o juíz responsável apontou que “o fato de a mãe levar a criança consigo para a faculdade não presume que a criança estaria em sofrimento físico ou psicológico”.
Assim, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) optou por seguir o voto da relatora – de modo unânime.
Agora, a mãe manterá a guarda e o pai é que realizará as visitas em fins de semana alternados, contribuindo ainda com até 30% do salário para a aquisição de alimentos para a criança.
“É direito da criança desenvolver-se em um ambiente familiar saudável e de respeito mútuo, sendo que a mãe em todos os momentos busca o melhor para sua filha”, apontou a defensora pública que atuou no caso.








