O homem que venceu a loteria 16 vezes sem trapaça e deixou um legado
Processo parece simples, mas exigia uma operação de guerra, com equipes, impressoras e até investidores envolvidos
Enquanto o mundo tentava a sorte raspando bilhetes e fazendo promessas para o universo, um economista romeno-australiano chamado Stefan Mandel decidiu que depender do acaso não era suficiente para vencer a loteria.
Com papel, lápis e uma mente afiada, ele desenvolveu um sistema baseado em probabilidade e estatística e, com isso, conseguiu ultrapassar o limite da sorte e levar o prêmio nada mais, nada menos que 16 vezes. Tudo legalmente.
A ideia era genial: só apostar quando o prêmio fosse maior do que o custo total para comprar todas as combinações possíveis. Parece simples, mas exigia uma operação de guerra, com equipes, impressoras e até investidores envolvidos.
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Foi assim que ele virou notícia nos anos 1990, especialmente depois de um feito ousado nos Estados Unidos.
A jogada que entrou para a história
O momento mais ousado da trajetória de Stefan Mandel aconteceu quando ele voltou sua atenção para os Estados Unidos. Lá, percebeu que a recém-criada loteria da Virgínia usava um sistema com 44 números, o que gerava pouco mais de 7 milhões de combinações possíveis, que seria um número “alcançável” dentro da lógica que ele havia criado.
Com o prêmio principal batendo US$ 15,5 milhões e toda uma operação preparada, incluindo investidores, equipamentos e uma rede de pontos de venda, Mandel colocou seu plano em ação.
Ele e sua equipe compraram milhões de bilhetes e o ticket premiado estava entre eles. O caso chamou atenção do FBI e da CIA, mas nenhuma regra havia sido quebrada.
Mais cérebro do que sorte
Depois de anos desafiando o improvável, Mandel se aposentou em uma ilha do Pacífico. Seu feito é lembrado até hoje como uma prova de que, com método e inteligência, até a loteria pode se tornar previsível.
Hoje em dia, com sistemas digitais e regras mais rígidas, ninguém mais conseguiria repetir o plano.
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