Entenda por que rios em Goiás estão com volume baixo mesmo com tempestades e quando cenário deve mudar
Ao Portal 6, gerente do Cimehgo explicou situação e recomendou que população faça uso racional da água
Se, por um lado, diversas cidades de Goiás têm recebido fortes chuvas nos últimos dias, por outro, os níveis dos mananciais segue em queda, gerando preocupação para os moradores.
Um dos exemplos, de acordo com informe do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), é o Rio Araguaia — monitorado nas cidades de Aragarças e Aruanã — que segue em queda, acompanhando o período de estiagem.
Já na altura de Nova Crixás, ele encontra-se abaixo da faixa de normalidade, mantendo-se no mínimo histórico.
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Enquanto isso, o Rio Paranã, monitorado em Flores de Goiás e Nova Roma, também está em queda.
No último município, por exemplo, o nível está próximo do mínimo histórico — situação semelhante à do Rio Uru, que mantém valores abaixo da mediana.
O mesmo panorama ainda é observado nos rios Turvo e Verde.
Ao Portal 6, o gerente do Cimehgo, André Amorim, explicou que, apesar das chuvas, as precipitações têm ocorrido de forma irregular e isolada, o que justifica a queda no nível dos rios.
“Eu brinco que tá chovendo mais, mas não tá. A verdade é que está chovendo de forma irregular e espaçada, e não chega nas cabeceiras [pontos de nascente ou início de um curso de água]”, destacou.
Ainda segundo ele, o cenário deve começar a se normalizar a partir de novembro, período em que Goiás poderá ter chuvas mais frequentes. Até lá, André recomenda que a população faça uso racional da água.
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