Os melhores calçados para quem trabalha em pé, segundo ortopedistas
Amortecimento, estabilidade e bom ajuste fazem diferença no fim do turno; veja 3 tênis citados por ortopedista e como escolher

Quem passa horas em pé sabe: não é só cansaço. Um calçado errado pode transformar o fim do expediente em dor no calcanhar, queimação na planta do pé e incômodo que sobe para joelhos e lombar.
A boa notícia é que dá para reduzir esse impacto com escolhas simples. Em um vídeo que circula nas redes, o ortopedista Samir Hussein lista três modelos de tênis que, segundo ele, atendem bem quem trabalha muito tempo em pé. O motivo não é “marca”, mas sim construção e conforto.
O que um bom calçado precisa ter para aguentar horas em pé
O primeiro ponto é amortecimento, especialmente na região do calcanhar e do antepé. Ele ajuda a absorver o impacto repetido do “sobe e desce” do corpo ao longo do dia, reduzindo a sensação de pancada a cada passo.
O segundo é estabilidade. Um tênis muito “mole” pode até parecer confortável por alguns minutos, mas tende a cansar mais e forçar a pisada quando o turno é longo.
O encaixw no pé também conta muito, e é sempre bom considerar o espaço para os dedos, sem apertar a frente, e a firmeza no meio do pé. Ajuste ruim provoca atrito, bolhas e pode piorar dores já existentes.
Os 3 tênis citados por ortopedista e por que entram na lista
No vídeo, o ortopedista cita o New Balance Arishi v4 como uma opção equilibrada para o dia a dia. A ideia é entregar conforto com boa estrutura, sem parecer um tênis “pesado” no pé.
Outro modelo apontado é o Asics Gel-Cumulus 27, conhecido por foco em amortecimento. Para quem trabalha andando bastante — como em comércio, hospitais e serviços — esse tipo de construção costuma ajudar a “poupar” as pernas ao longo do turno.
A terceira indicação é o Skechers Glide-Step PRO, que aparece como alternativa voltada ao conforto e à sensação de maciez ao caminhar. Em rotinas longas, esse conjunto pode fazer diferença no desgaste do fim do dia.
Como escolher o ideal para o seu pé e não errar na compra
Antes de bater o martelo, observe o seu padrão de uso: você fica mais parado, caminha o tempo todo ou alterna? Quem anda muito tende a sentir mais o impacto repetitivo; quem fica parado pode perceber mais pressão no calcanhar e na planta do pé.
Prove o calçado no fim do dia, quando o pé está mais “cheio”. E não confie só no número: o que manda é o espaço na frente, a firmeza no calcanhar e a sensação de estabilidade ao pisar.
Se houver dor persistente (calcanhar, sola do pé, joelho ou lombar), vale buscar orientação profissional. Às vezes, o problema não é só o modelo, mas também é a necessidade de palmilha adequada, ajuste de pisada ou troca de hábitos, como alternar pares e evitar usar o mesmo tênis todos os dias.
Confira abaixo a opinião do especialista:
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