A pergunta que tirou prêmio de engenheiro no “Quem quer ser um milionário”
Questão sobre o volume do Sol encerrou a participação do engenheiro na 13ª pergunta do quadro milionário

O palco estava iluminado, a plateia em silêncio e o prêmio milionário cada vez mais próximo.
Bastava acertar mais uma pergunta.
No entanto, uma questão considerada “simples” por muitos acabou encerrando a trajetória de um engenheiro no quadro “Quem quer ser um milionário”, exibido no Domingão com Huck, da TV Globo.
O participante, o engenheiro civil Leonardo Cremonesi, de 27 anos, natural de Franca (SP), chegou longe na competição.
Porém, ao alcançar a 13ª pergunta, uma dúvida astronômica mudou o rumo da noite — e do prêmio.
A pergunta que parecia fácil
O questionamento feito por Luciano Huck foi direto: “Quantas Terras são necessárias para preencher o volume total do nosso Sol?”
As alternativas eram:
- a) 1 milhão e 100 mil
- b) 1 milhão e 200 mil
- c) 1 milhão e 300 mil
- d) 1 milhão e 400 mil
Leonardo optou pela letra “D”.
Contudo, a resposta correta era a alternativa “C”: cerca de 1 milhão e 300 mil Terras caberiam dentro do volume do Sol.
Embora o número pareça apenas mais uma curiosidade científica, ele costuma ser conhecido por entusiastas de astronomia.
Ainda assim, na pressão do palco e diante da possibilidade de alcançar cifras ainda maiores, a margem de erro foi decisiva.
O impacto da escolha
Com o erro, o engenheiro deixou de avançar na disputa pelo prêmio máximo.
No entanto, ele não saiu de mãos vazias.
Antes da pergunta decisiva, havia definido R$ 150 mil como seu “porto seguro” — valor garantido caso errasse dali em diante.
Assim, apesar de ter perdido a chance de seguir rumo ao milhão, Leonardo levou para casa uma quantia significativa.
Durante a participação, ele contou com o apoio da esposa, a psicóloga Isabella Machado, além de familiares presentes na plateia
Repercussão nas redes
Mesmo com a eliminação, o engenheiro chamou a atenção do público.
Nas redes sociais, internautas comentaram não apenas o desempenho no jogo, mas também sua simpatia e presença no programa.
Entre elogios e análises sobre a decisão tomada, muitos destacaram que a pergunta poderia parecer fácil fora do contexto do estúdio.
Outros ressaltaram que, diante da pressão e das opções tão próximas numericamente, a escolha exigia sangue-frio.
No fim, a pergunta sobre o volume do Sol mostrou que, no “Quem quer ser um milionário”, cada detalhe faz diferença.
Uma escolha entre números tão próximos pode custar a chance de continuar na disputa pelo prêmio maior.
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