Colocar uma moeda no congelador da geladeira: por que é recomendado e para que serve

Hábito simples antes de sair de casa pode revelar detalhes importantes sobre a conservação dos alimentos

Layne Brito -
Colocar uma moeda no congelador da geladeira
(Foto: Reprodução/Captura de tela/Youtube/Dicas Da Jessy)

Nem sempre o que parece estar em perfeito estado dentro da cozinha realmente passou ileso durante a ausência dos moradores. Em períodos de viagem, fins de semana fora ou até mesmo após temporais, alguns sinais podem passar despercebidos e trazer riscos que só aparecem depois.

Entre as dicas caseiras que viralizam pela simplicidade, uma delas chama atenção justamente por usar algo comum: uma moeda.

O truque, apesar de parecer curioso à primeira vista, pode ajudar a identificar uma situação que muitas pessoas só descobrem tarde demais.

Como o truque funciona

Para fazer o teste, basta encher um copo ou pote pequeno com água e levar ao congelador até formar gelo.

Depois disso, a moeda deve ser colocada sobre a superfície congelada.

Ao retornar para casa, a posição da moeda pode indicar se houve alteração na temperatura interna do congelador.

Caso ela continue no topo, é sinal de que o gelo permaneceu firme.

Por outro lado, se a moeda estiver no meio ou no fundo do recipiente, isso pode indicar que o gelo derreteu em algum momento e depois voltou a congelar.

Por que isso é importante

A principal preocupação está nos alimentos que podem ter descongelado sem que ninguém perceba.

Carnes, peixes, frutos do mar, marmitas, sorvetes e produtos com creme exigem atenção redobrada.

Isso porque, mesmo que voltem a ficar rígidos após o retorno da energia, eles podem ter passado tempo suficiente em temperatura inadequada para comprometer a segurança do consumo.

O teste da moeda não substitui cuidados básicos, como observar cheiro, textura e aparência dos alimentos.

Ainda assim, funciona como um alerta visual simples para evitar desperdícios e possíveis problemas de saúde.

Em caso de dúvida, especialmente com carnes, laticínios e refeições prontas, o mais seguro é evitar o consumo.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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