Não é o chuveiro, nem o ar-condicionado: o maior vilão da conta de energia em 2026, segundo técnicos
Aparelho bastante comum em muitas casas pode pesar mais do que parece no gasto mensal, principalmente quando usado sem alguns cuidados

Quando a conta de energia chega mais alta do que o esperado, muita gente logo começa a procurar os suspeitos de sempre. O chuveiro elétrico costuma ser um dos primeiros lembrados, principalmente em casas com muitos moradores.
Já o ar-condicionado também entra rapidamente na lista, sobretudo nos períodos mais quentes do ano.
Além deles, geladeira, máquina de lavar, ferro de passar e até a air fryer também são frequentemente apontados como possíveis responsáveis pelo aumento no valor da fatura.
No entanto, há outro aparelho bastante comum nas cozinhas que pode passar despercebido e pesar muito no orçamento doméstico.
A atenção, segundo técnicos, deve se voltar para o forno elétrico.
O motivo está no modo como o equipamento funciona: ele transforma energia elétrica em calor e, dependendo da potência e do tempo de uso, pode consumir uma quantidade significativa de eletricidade.
O impacto fica ainda maior quando o aparelho é utilizado com frequência, por longos períodos ou em temperaturas muito altas.
Receitas que exigem pré-aquecimento prolongado, preparo demorado ou uso repetido ao longo da semana também podem contribuir para o aumento do consumo.
Outro ponto importante é que nem todo forno elétrico gasta da mesma forma.
Modelos maiores, mais antigos ou menos eficientes tendem a exigir mais energia para atingir e manter a temperatura desejada. Por isso, o consumo real pode variar bastante de uma casa para outra.
A comparação com a air fryer ajuda a entender a diferença.
Embora os dois aparelhos usem eletricidade para gerar calor, a air fryer costuma preparar porções menores e, em muitos casos, termina o processo em menos tempo.
Já o forno elétrico, por ser maior e mais versátil, pode permanecer ligado por períodos mais longos.
Ainda assim, isso não significa que o aparelho precise ser abandonado.
A recomendação é usar o forno elétrico com planejamento, evitando ligá-lo para pequenas quantidades de comida ou deixá-lo funcionando mais tempo do que o necessário.
Também vale observar a etiqueta de eficiência energética, evitar abrir a porta muitas vezes durante o preparo, aproveitar melhor o espaço interno e desligar o equipamento alguns minutos antes do fim da receita, quando for possível usar o calor residual.
No fim, o maior vilão da conta de energia não é apenas o aparelho, mas a combinação entre potência, frequência de uso e hábitos dentro de casa.
Por isso, pequenas mudanças na rotina podem ajudar a reduzir o susto na fatura.
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