Júri absolve jovem de Anápolis que matou o marido a tiros para se defender de agressões
Argumentos da Promotoria se basearam no direito à legítima defesa

O Tribunal do Júri absolveu a jovem de Anápolis que matou o marido a tiros para se defender de agressões. Alariene Dias foi julgada nesta quarta-feira (13), no Juizado da Infância e Juventude localizado no Parque Brasília.
A decisão, assinada pelo juiz Fernando Augusto Chacha de Rezende, reconhece a morte de Nildson Antônio Cabral Batista, de 69 anos, como situação de legítima defesa. Atuava no caso o promotor Eliseu Belo.
À época, a jovem contou às autoridades que os dois tinham começado uma discussão porque ela havia arrumado as malas para ir embora de casa, mas Nildson não quis deixar.

Nildson Antônio Cabral Batista. (Foto: Reprodução)
Ele, então, colocou fogo nos pertences dela e tentou agredi-la com um martelo. Para tentar se defender, a acusada pegou a arma que pertencia ao idoso e atirou nele, que foi atingido no tórax e morreu na hora.
Ela confessou o crime assim que a Polícia Militar (PM) chegou, alegando, desde o início, ter atirado para se proteger.
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