Ponte na Vila Fabril, em Anápolis, ficará interditada por pelo menos 30 dias; confira rota alternativa
Estrutura que passa sobre o Ribeirão João Leite vem causando imprevistos aos moradores depois de desabar durante período chuvoso

Moradores e motoristas que costumam acessar a Vila Fabril, na região Oeste de Anápolis, por meio da ponte que passa sobre o Ribeirão João Leite, precisarão buscar uma rota alternativa.
A estrutura, que está localizada na Rua 01, será interditada a partir da próxima segunda-feira (10) pois passará por obras de reconstrução. Segundo a Prefeitura, a intervenção é necessária para garantir a segurança de quem passa pelo trecho.
A previsão é de que o bloqueio total seja válido até a conclusão dos serviços, previstos para durarem aproximadamente 30 dias. Vale destacar que o prazo pode aumentar, dependendo das condições climáticas ou de outras intercorrências.
Durante esse período, um desvio será implantado com a sinalização necessária. A rota poderá ser acessada entre o Residencial Valência e o Residencial Vale Verde, com entrada pela Avenida Goiás.

Rota alternativa poderá ser acessada entre o Residencial Valência e o Residencial Vale Verde, com entrada pela Avenida Goiás.(Foto: Divulgação/Prefeitura de Anápolis)
O trajeto sugerido pela Administração Municipal tem 3,7 km de extensão. Por isso, é importante programar os deslocamentos com antecedência.
Problema antigo
As obras de reconstrução da ponte da Vila Fabril começaram em fevereiro, com prazo de conclusão em até sete meses.
A projeção fazia parte do contrato firmado entre a Prefeitura e a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), que responde pela licitação e está a cargo da execução do projeto.
A estrutura original foi danificada durante o período de chuvas entre o fim de 2024 e o início de 2025, quando o aumento do volume de água comprometeu a base da ponte.

Ponte desabou após fortes chuvas. (Foto: Arquivo Pessoal//Reginaldo Silva)
Antes disso, a estrutura já tinha sido motivo de improvisos entre a população. Em outubro de 2024, os moradores precisavam se equilibrar em uma ponte bamba, erguida para substituir a que havia tombado.
A opção era, então, a única alternativa para o desvio de terra que tinham feito dentro das propriedades, com quase 10km de extensão.

Aline é uma das várias moradoras que precisavam se arriscar para fazer a travessia. (Foto: Arquivo Pessoal//Reginaldo Silva)
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