Quantos minutos de caminhada por dia são necessários para começar a ter resultados, segundo profissionais da saúde

Atividade simples e acessível pode fazer diferença na rotina quando praticada com frequência e atenção ao ritmo

Layne Brito -
Quantos minutos de caminhada por dia são necessários
(Foto: Reprodução/Pexels)

Começar uma rotina de exercícios nem sempre exige academia, equipamentos caros ou treinos longos. Para muitas pessoas, o primeiro passo pode estar em uma prática simples, conhecida e possível de encaixar até nos dias mais corridos: a caminhada.

Apesar de parecer uma atividade leve, caminhar com frequência pode trazer impactos importantes para o corpo e para o bem-estar.

O segredo, no entanto, está menos na intensidade imediata e mais na constância com que o hábito é repetido ao longo da semana.

Segundo profissionais da saúde e treinadores, caminhar cerca de 30 minutos por dia já pode ser suficiente para começar a perceber resultados.

A prática, quando feita de forma regular, pode contribuir para melhorar o condicionamento físico, estimular a circulação, fortalecer pernas e glúteos, além de ajudar no controle do estresse.

Os primeiros efeitos nem sempre aparecem na balança ou no espelho.

Em muitos casos, eles surgem na forma de mais disposição, melhora no sono, respiração menos ofegante, redução da sensação de cansaço e maior facilidade para realizar atividades do dia a dia.

Para quem está parado há muito tempo, a recomendação é começar aos poucos.

Caminhadas de 10 a 15 minutos podem ser um bom início, aumentando o tempo gradualmente até chegar aos 30 minutos diários.

O ritmo também deve respeitar o limite de cada pessoa.

A caminhada pode ser feita em praças, ruas, parques, esteiras ou até em trajetos curtos da rotina, como ir ao mercado ou descer alguns pontos antes do destino.

O importante é transformar o movimento em hábito.

Ainda assim, os resultados dependem de outros fatores, como alimentação, sono, hidratação, idade, metabolismo e frequência da atividade.

Por isso, a caminhada não deve ser vista como solução milagrosa, mas como uma aliada importante para uma vida mais saudável.

Pessoas com doenças cardíacas, dores persistentes, problemas respiratórios ou qualquer limitação física devem procurar orientação profissional antes de iniciar uma nova rotina de exercícios.

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Layne Brito

Estudante de jornalismo na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) e engenheira agrônoma, curiosa e sempre em busca de aprender, observar e contar histórias.

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