Polícia Civil fecha laboratório clandestino de ‘supermaconha’ e prende cinco em Anápolis
Corporação afirmou que foi apreendido o equivalente a R$ 2 milhões do entorpecente durante operação

A Polícia Civil (PC) desarticulou um laboratório clandestino de produção de skunk (popularmente conhecido como ‘supermaconha’) durante a Operação “Green Lab”, realizada nesta segunda-feira (25), em Anápolis. A ação terminou com cinco pessoas presas em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Segundo as investigações, o imóvel localizado na zona rural de Anápolis era utilizado para o plantio, cultivo e beneficiamento de skunk, uma variação da maconha com alto teor de THC, substância responsável pelos efeitos psicoativos da droga.
As apurações começaram após denúncias indicando que o entorpecente estaria sendo produzido na cidade e vendido para usuários de alto poder aquisitivo em Anápolis, Goiânia e Brasília.
Durante as diligências, os policiais encontraram uma estrutura considerada sofisticada, equipada com sistemas profissionais de iluminação, ventilação, irrigação, fertilização e controle automatizado de temperatura, tudo voltado para aumentar a produção da droga.
De acordo com a Polícia Civil, o esquema funcionava como um verdadeiro laboratório clandestino, preparado para produzir drogas de elevado valor comercial e maior potencial lesivo à saúde pública.
Além disso, a corporação confirmou que o equivalente a R$ 2 milhões do entorpecente foi apreendido durante a operação. O caso segue sendo investigado.
A operação foi conduzida por equipes da Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) e do Grupo de Repressão a Roubos (Garra), da Deic.
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